As 12 regiões Hidrográficas Brasileiras

O CNRH “Conselho Nacional de Recursos Hídricos” e a ANA “Agência Nacional de Águas” dividiram o território brasileiro em doze regiões hidrográficas. São elas: Amazonas, Tocantins-Araguaia, Atlântico Nordeste Oriental e Ocidental, Parnaíba, São Francisco, Atlântico Leste, Paraná, Atlântico Sudeste, Paraguai, Uruguai e Atlântico Sul.

Bacia Hidrográfica do Rio Amazonas

É a maior bacia hidrográfica do Brasil e do mundo. Drena quase 46% do território brasileiro, ou seja, quase 4.000.000 km² estão no Brasil, o restante está distribuído em outros países da América do Sul: Suriname, Guiana Francesa, Equador, Peru, Venezuela, Colômbia, Bolívia e Guiana.
Nasce no rio Lauri, ao sul do território peruano, com o nome Vilcanota. Com o nome de Maranon, Urubamba e Ucaiali, ele atravessa todo o território peruano, penetrando no território brasileiro com o nome de Solimões que chegando ao encontro do rio Negro, passa a ser chamado de Rio Amazonas.
Possui o maior potencial hidrelétrico do país, mas por seu terreno ter baixa declividade, suas instalações são mais difíceis e até impossibilitadas. Isso sem contar que a instalação de usinas hidrelétricas nessa bacia poderia causar danos ao meio ambiente amazônico e a sua população ribeirinha.
Porém, por localizar-se numa região de planícies, isto favorece o desenvolvimento do transporte hidroviário, por ser um rio com 23 km de navegação. Essa bacia é a que possui maior possibilidade de navegabilidade.
No Brasil, o rio Amazonas atravessa parte do estado do Pará, Acre, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Amazonas. Seus principais rios são Amazonas, Solimões, Negro, Xingu, Tapajós, Jurema, Madeira, Purus, Branco, Juruá, Trombetas, Uatumã e Mamoré. Seus principais afluentes são Trombetas, Negro e Japurá à esquerda, e Purus, Madeira, Tapajós e Juruá à direita.
Na foz do Rio Amazonas ocorre um fenômeno natural chamada “pororoca” que é o encontro entre a água do mar com a água do rio.

Bacia Hidrográfica do Rio Tocantins-Araguaia

Esta bacia está situada na parte oriental da Amazônia. É a maior bacia hidrográfica totalmente brasileira e a terceira em potencial hidrelétrico do país. Ela abriga a usina hidrelétrica de Tucurui no Pará. A energia que é gerada nessa usina mantém os projetos minerais do estado, como o Carajás e as indústrias de alumínio.
A Bacia Tocantins-Araguaia corresponde a 9,5% do território nacional e abrange total ou parcialmente os estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará e o Distrito Federal.
Seu principal rio formador é o Tocantins, cuja nascente está situada em Goiás e desemboca na foz do Amazonas. Os principais afluentes da bacia são os rios: Sono, Palma e Melo Alves, sendo todos localizados na margem direita do rio Araguaia. Já o rio Araguaia nasce no estado do Mato Grosso, na fronteira com Goiás e se junta ao Tocantins no norte do estado de Tocantins.
Essa bacia tem grande viabilidade para o transporte hidroviário, devido a isso, há projetos para a construção de uma hidrovia. Porém sua construção tem sido analisada e questionada pelas ONGs “Organizações Não-Governamentais” pelos impactos que poderá causar, principalmente no rio Araguaia em períodos de estiagem.

Atlântico Nordeste Ocidental

Esta região está localizada quase que em sua totalidade no estado do Maranhão, e numa pequena parte no estado do Pará. Corresponde à aproximadamente a 4,3% do território do Brasil, e 3% da população brasileira habita na região desta bacia. A principal utilização de sua água é para consumo humano.
Devido à ocupação humana nas proximidades do rio, são observados alguns impactos ambientais como: desmatamentos e práticas agrícolas inadequadas, causando processos erosivos e, em alguns casos, formação de áreas desertificadas.
Essa região não possui problemas em relação à qualidade da água dos rios, devido à localização urbana de pequeno e médio porte e também ao parque industrial de pouca expressão. Contudo, na região metropolitana de São Luís, ocorre a contaminação das águas dos rios pelo lançamento de esgotos sem tratamento adequado.

Seus principais rios são: Gurupi, Pericumã, Mearim, Itapecuru, Munim, Turiaçu.

Rio Parnaíba

Essa bacia localiza-se numa das regiões mais pobres da região nordestina, e sofre com a falta de água e secas, ocupando boa parte do estado do Piauí e uma pequena parte do Maranhão e Ceará. Seu principal rio é o Parnaíba que recebe as águas de vários tributários, sendo que os principais são: rios Gurgueia, Balsas, Uruçuí-Preto, Poti, Canindé e Longa.
A principal atividade econômica é a piscicultura (criação de peixes). Os recursos hídricos subterrâneos são abundantes e, se fosse explorado e utilizado de maneira sustentável, poderia representar uma melhoria no desenvolvimento da região, pois lá está situado o Aquífero Maranhão, considerado um grande potencial hídrico do Nordeste. Este corresponde a aproximadamente 85% da demanda de água de todo o Nordeste.

Atlântico Nordeste Oriental

Essa bacia abrange a região Nordeste nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco e Paraíba.
Essa região tem uma característica marcante, seus rios são sazonais, ou seja, secam em um determinado período do ano, isso seria devido ao seu clima quente e seco (semiárido) e a alta evaporação das águas. Seus principais rios são: Jaguaribe, Capibaribe, Paraíba, Acaraú e Una.
A região que essa bacia abrange, corresponde a aproximadamente 3,4% do território brasileiro. Seu uso é principalmente para a irrigação de frutas tropicais do Ceará e de cana-de-açúcar do Alagoas.
Devido ao seu baixo potencial hídrico, não há hidrelétricas nem hidrovias instaladas nessa região hidrográfica.

Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco

Descoberto por volta de 1501 e popularmente conhecido como “O Velho Chico”, essa bacia situa-se quase que em sua totalidade na região nordeste do Brasil, cortando os estados de Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Bahia. Abrange o estado de Minas Gerais na região Sudeste.
Sua nascente se localiza no estado mineiro, na Serra da Canastra e daí parte para o sentido nordeste, até desaguar no Oceano Atlântico o qual possui vários rios afluentes como: Abaeté, das Velhas, Paraopeba, Jequitaí, Paracatu, Verde Grande, Urucuia, Carinhanha, Corrente e Grande. Devido a sua posição geográfica, suas temperaturas e evaporação são bem elevadas.
O São Francisco possui uma grande importância econômica na região por onde passa, pois é usado para navegação em alguns trechos, irrigação e pesca. Em função disso, existe um antigo projeto do Governo Federal para a transposição do rio para que suas águas atinjam regiões que sofrem com a extrema seca e miséria do Nordeste.
Ele é uma via de transporte de mercadorias na região, além do transporte turístico que é muito forte. Os principais produtos são arroz, soja, açúcar e alguns minérios. Também vale lembrar que esse rio apresenta grandes quedas d’água e são extremamente utilizados na geração de energia elétrica, já que existem cinco usinas nele instaladas. São elas: Sobradinho, Xingó, Três Marias e Paulo Afonso I e II.
Devido a sua grande extensão territorial, há trechos de índices pluviométricos abundantes, com climas úmidos, que são encontrados próximos da foz e da nascente. Contrastando com essa área, há trechos de extrema seca e miséria. Apesar de esse rio cortar a região mais seca e pobre do país, é o único rio perene, ou seja, é um rio que nunca seca, independentemente da estação do ano.
Outra designação dada ao rio é “Nilo brasileiro”, pois como foi mencionado é o único rio que passa por uma região seca.

Atlântico Leste

Essa bacia abrange os estados de Sergipe, Bahia e Minas Gerais, sendo que cortam aproximadamente 526 municípios brasileiros.
A região tem uma área que equivale a aproximadamente 4% do território nacional.
Possui trechos de vários biomas que foram demasiadamente devastados devido à ação do homem como: desmatamentos devido ao cultivo da cana-de-açúcar, do cacau e da pecuária moderna, como também na evolução da urbanização.
Grande parte dessa região hidrográfica está localizada na região nordestina. Possui um clima semiárido, ou seja, apresenta longos períodos de estiagens, baixo índice de pluviosidade e alta evaporação.
A utilização desse rio é de predomínio urbano e de irrigação. Não é utilizado para navegação, por isso não existem hidrovias, mas em compensação, há cinco usinas hidrelétricas instaladas no mesmo: Itapebi, Irapé, Pedra do Cavalo, Murta e Mucuri.

Atlântico Sudeste

Esta região é conhecida pelo elevado índice populacional e pela sua importância econômica. Corta os estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná.
Apesar de ser uma das regiões mais desenvolvidas no país, é também uma das que mais sofre com conflitos no uso dos recursos hídricos, porque apresenta uma das maiores demandas, porém tem uma das mais baixas disponibilidades relativas.
Possui uma área que corresponde a aproximadamente 2,7% do território nacional. Seus principais rios são o Paraíba do Sul e o Doce, os quais não são viáveis para a navegação; e os seus rios secundários são: Itapemirim, São Mateus, Ribeira de Igapé e Itabapoama.
Em relação ao uso e ocupação do solo, um dos principais problemas é a ocupação irregular de encostas, de áreas ribeirinhas e de mananciais, impulsionada pela especulação imobiliária.
Devido ao forte e desordenado processo de uso, ocupação e urbanização, podem ser localizados ao longo dos rios pequenos fragmentos de vegetação de mata ciliar e, na maioria das vezes, em mau estado de conservação.
Na região Atlântico Sudeste predominam os usos industrial, urbano e irrigação, isso principalmente nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES), onde há de fato a grande concentração populacional e industrial.
Nessa região foram instaladas nove usinas hidrelétricas, são elas: Henry Borden, Nilo Peçanha, Aimorés, Parigot de Souza, Funil, Mascarenhas, Paraibuna, Sá Carvalho e Porto Estrela.

Bacia Hidrográfica do Rio Paraná

A bacia do Rio Paraná situa-se na parte central do Planalto Meridional e é a maior das três bacias (Paraná, Uruguai e Paraguai) que formam a bacia da Platina.
Esse é um rio de planalto que faz divisa natural entre os estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná e também entre o Brasil e Paraguai e Paraguai e Argentina, desembocando no Atlântico.Está situada numa das áreas de maior desenvolvimento socioeconômico “Devido ao grande desenvolvimento da região e a evolução da urbanização, da agricultura e da agropecuária, muitos biomas como a Mata Atlântica ou de Araucárias foram totalmente devastados pelas ações do homem (desmatamento, poluição, contaminação e degradação de rios, lagos, mananciais, destruição da mata ciliar, entre outros).” do país (parte da região Sul e Sudeste) e é formada pelos rios Paraná e seus afluentes, por exemplo: Rio Paranapanema, Rio Grande, o famoso Rio Tietê, entre outros.
Possui rios com um grande potencial hidrelétrico, sendo que várias usinas lá se instalaram. As com maior potencial hidrelétrico são Itaipu, Furnas e Porto Primavera. A principal e com maior destaque é a usina de Itaipu “Situada no rio Paraná, na divisa entre Brasil e Paraguai, foi construída em 1975 e finalizada em 1982.” que atende as necessidades de ambos os países, sendo considerada a maior do mundo.
A bacia do rio Paraná além de apresentar o maior potencial hidrelétrico instalado do país, apresenta trechos importantes para a navegação, com destaque para a hidrovia do Tietê-Paraná. Essa hidrovia tem por principal objetivo transportar mercadorias, pois liga o Brasil com outros países do Mercosul, como a Argentina e o Paraguai.
Nessa região há uma abundância e diversidade de peixes. A pesca sempre foi uma atividade econômica tradicional no Pantanal e, em meados da década de 80, o setor turístico se estruturou para proporcionar transporte, hospedagem e serviços para o pescador.

Na bacia do Paraná existe um enorme potencial de água subterrânea, sendo que a sua maior e mais conhecida reserva é o Aquífero Guarani.

Aquífero Guarani

O Aquífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea do mundo. Está situado na região centro-ocidental da América do Sul, estendendo-se por trechos do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina.

Sua maior abrangência está sob o território brasileiro (aproximadamente 2/3 da sua área total), passando por Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Este aquífero é constituído de várias rochas sedimentares (principalmente o arenito, pois é uma rocha com alta permeabilidade e porosidade, típico de reservatórios de água) pertencentes à Bacia Sedimentar do Paraná.
Está situado em um importante reserva estratégica para o abastecimento da população e o desenvolvimento das atividades econômicas e recreativas. Seu potencial hídrico é bom para o fornecimento público e outras utilidades, sendo que seus poços têm aproximadamente 1.500 metros de profundidade.
Estudos revelaram que as águas do Aquífero não estão livres de poluição. São necessárias ações urgentes de controle, monitoramento e redução de agrotóxicos, sob pena de, consequentemente, originar problemas de poluição e/ou contaminação. Problemas estes que podem acarretar a diminuição dos níveis de água.

Rio Tietê

O rio Tietê é um rio que atravessa o estado de São Paulo no sentido Leste-Oeste, nascendo em Salesópolis, no interior paulista e desemboca no rio Paraná. A bacia do rio Tietê é uma unidade hidrográfica da Bacia do rio Paraná, composta por seis sub-bacias: Alto Tietê, onde está inserida a Região Metropolitana de São Paulo; Piracicaba; Sorocaba/Médio Tietê; Tietê/Jacaré; Tietê/Batalha e Baixo Tietê.
Este rio teve grande importância para a expansão urbana no interior paulista. Até meados do século XX, ele era utilizado para pesca, lazer, esportes e recreação, além de proporcionar aos paulistas uma bela paisagem natural.
Esse favoreceu muito para a expansão e desenvolvimento da cidade paulista, pois facilitava o transporte de mercadorias e da própria população. A partir da década de 50, a capital paulista estava crescendo de forma desenfreada, e devido à ação antrópica como a industrialização crescente e o desenvolvimento da urbanização, entre outros motivos, houve um processo de poluição e contaminação do rio, sendo jogados resíduos industriais e residenciais, além de destruir os manguezais ali presentes.
A ação do homem foi a principal responsável pela alteração do rio e do ecossistema da região, que levou a uma conformidade e acomodação da população perante a sua poluição e contaminação, deixando suas águas fétidas. Mas mesmo assim, esse ainda favorece o desenvolvimento da capital paulista, pois suas águas, mesmo que poluídas gera energia para a cidade.
De uns tempos para cá, a população paulista despertou uma consciência a respeito da poluição, porém é necessário que esta conscientização seja maior na sociedade, para que o rio Tietê volte a ser como era antes dos anos 50.
As consequências são nítidas: o rio com uma cor escura, transportando substâncias e materiais sólidos, partículas em suspensão e produtos líquidos e gasosos, uma água malcheirosa, além de predispor a população à várias doenças, como a leptospirose, principalmente em meses de enchentes.
Vários projetos são discutidos e colocados em prática para a despoluição desse rio. Houve progressos dos últimos anos para cá, porém mesmo investindo milhões de reais, pouca coisa foi feita. A mancha negra de poluição do rio Tietê, que na década de 90 chegou a vários quilômetros, foi um pouco reduzida gradativamente no decorrer das obras do Projeto.

Bacia Hidrográfica do Rio Paraguai

Rio tipicamente de planície que nasce na Chapada dos Parecis (Mato Grosso), corta o pantanal mato-grossense, serve de fronteira do Mato Grosso do Sul e Bolívia e desemboca suas águas no rio Paraná.
Além de cortar esses dois estados brasileiros (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), também atravessa países vizinhos como a Argentina, Bolívia e Paraguai.
Seus principais afluentes são: São Lourenço, Taquari, Apa, Pilcomayo e Bermejo.
Essa bacia pode ser dividida em duas regiões: o planalto e o pantanal. O planalto são as terras acima de 200 metros de altitude; e o pantanal são as terras abaixo de 200 metros de altitude, sendo essas últimas sujeitas a enchentes constantes.
Devido às ações provocadas pelo homem, como as atividades agropastoris e industriais, mineração e desmatamentos, ocorre a erosão, o que favorece o assoreamento dos rios.
Há um projeto de construção de uma hidrovia chamada Paraná-Paraguai, da qual irá beneficiar o escoamento de produção de países como Argentina, Brasil, Paraguai e Bolívia, porém ainda não foi aprovado, devido ao risco de comprometer o ecossistema do pantanal mato-grossense.

Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai

Essa bacia forma-se na junção dos rios Canoas e Prata e serve como fronteira entre o Rio Grande do Sul e a Argentina e Uruguai.
Seus principais afluentes são: Ijuí, Piratini, Ibicuí, Passo Fundo, Xapecó, Quaraí e Paperiguaçu.
Sua origem é na Serra Geral com o nome de Pelotas e, posteriormente, recebe as águas do rio Canoas, passado então a ser chamado de rio Uruguai. Sua foz é na bacia hidrográfica do rio Prata, ou também conhecido como Mar Del Plata, onde fica a junção das águas dos rios Paraná e Paraguai.
A região concentra importantes atividades agroindustriais e apresenta grande potencial hidrelétrico. As principais hidrelétricas instaladas nessa bacia são: Usina de Itá, de Machadinho, Foz do Chapecó (todas localizadas entre os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e de Salto Grande (entre Argentina e Uruguai).

Essa bacia se divide em três:

• Superior: área de junção do rio Pelotas com o rio Canoas até a foz do rio Piratini;
• Médio: da foz do rio Piratini até no Uruguai na cidade de Salto;
• Inferior: de Salto até a foz do rio Prata.

Somente na região inferior é possível a navegação, na região superior e média essa prática fica inviável devido às corredeiras no leito do rio.

Atlântico Sul

Origina-se próximo da divisa dos estados de São Paulo e Paraná, chegando até o estado do Rio Grande do Sul. Nesta região há grande presença de pequenos rios sendo que muitos deságuam no Oceano Atlântico.
Sua vegetação é formada pela mata Atlântica e Araucárias, que está quase desmatada pela ação antrópica devido principalmente à urbanização, que modificou demasiadamente a paisagem natural do local.
O transporte hidroviário tem papel importante na economia, auxiliando no transporte de mercadorias de forma mais barata até as grandes cidades e centros comerciais. E, ainda existem usinas hidrelétricas instaladas nessa bacia que geram energia para o abastecimento da região.
Seus principais rios são: Jacuí, Itajaí e Ribeira do Iguapé. Esses servem não somente como geração de energia e transporte de mercadorias, mas também como abastecimento de água.
O CNRH “Conselho Nacional de Recursos Hídricos” e a ANA “Agência Nacional de Águas” dividiram o território brasileiro em doze regiões hidrográficas. São elas: Amazonas, Tocantins-Araguaia, Atlântico Nordeste Oriental e Ocidental, Parnaíba, São Francisco, Atlântico Leste, Paraná, Atlântico Sudeste, Paraguai, Uruguai e Atlântico Sul.

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