Filosofia e educação: A relação que às une

O termo Filosofia possui várias definições e conceitos, no dia a dia, vemos uma infinidade de pessoas utilizando este termo, sem mesmo saber o seu verdadeiro significado. Devido a conceitos complexos vindos por parte dos teóricos, as maiorias das pessoas preferem não dar a devida importância a isto.

O que é Filosofia?

Um conceito básico de Filosofia seria que ela é um conjunto de informações vindo de um esforço feito por parte dos seres humanos para a compreensão do mundo que os rodeia, e dar-lhe sentido, um significado compreensível.

Ao depararmos com um texto filosófico, nos apropriamos do conhecimento que o autor adquire do momento que o norteia, dando ênfase aos valores que dão sentido a esse mundo.

A Filosofia se expressa como uma forma de entendimento, a qual oferece um direcionamento para a ação do ser humano, em poucas palavras, só se pode agir a partir de um breve ou longo esclarecimento do mundo e da realidade.

O pensamento de Filosofia, ou filosófico, que é estabelecido, possui serventia ao poder dominante. Os conceitos de Aristóteles são mais ligados à filosofia política, com isso, os anseios do segmento político acabam dominando a sociedade.

Diante do exposto sobre o processo de filosofar entende-se que não se pode afirmar que filosofar é inútil, nem que filosofar é difícil e só pode ser praticado por pessoas donas de um grande e extenso conhecimento.

Quando não filosofamos, não temos um conjunto que nos orientes sobre o mundo, com isso, passamos a assumir o que é hegemônico na sociedade cotidiana, onde passamos a viver em “senso comum”, adquirindo conhecimentos aleatórios, sem a devida orientação sobre o mundo.

Como acontece o processo de filosofar?

O processo de filosofar, dar-se primeiro por inventariar valores, os quais serviram para orientar a sociedade sobre a prática humana, valores estes que são desvendados pela crítica, contudo, vê-se que o exercício de filosofar nada mais é que um esforço o qual é imaginado, ou inventário, possuindo o auxílio da crítica para a construção de conceitos.

Entende-se por educação uma tipologia de atividade a qual é caracterizada inteiramente por uma preocupação em relação a uma meta a ser atingida, a relação entre Filosofia e Educação possuem uma semelhança pelo fato de que a Educação tem o intuito de trabalhar com o processo de desenvoltura de novas gerações com a sociedade, e a Filosofia reflete como isto irá ocorrer na sociedade, com isso, a Filosofia acaba fornecendo uma reflexão referente à sociedade que a mesma está situada.

Entendendo as três tendências filosóficas

Existem três tendências filosóficas políticas para compreender a Educação, que se constituíram ao longo da prática educacional. Estas tendências podem ser compreendidas a partir dos seguintes conceitos: educação como redenção; educação como reprodutora; e educação como um meio de transformação da sociedade. Filosofia e Educação sempre estarão ligadas seja em tempo ou espaço, este fato nunca poderá ser mudado, por simplesmente está em nossa existência.

Uma Pedagogia é constituída por elementos voltados a filosofia da educação, elementos estes em forma de processos socioculturais, forma de organização educacional etc. A partir desses elementos ou pressupostos que se pode constituir uma pedagogia, pois nenhuma outra concepção foi apresentada para devido fim.

A educação é concebida devido a três concepções, o que se pode questionar é a relação de sentido e valor o qual a educação se torna responsável pelo andamento que se tem a sociedade, no entanto, outros afirmam que a educação de alguma forma reproduz a sociedade, outro conceito que se pode citar, é que a educação é uma instância mediadora de uma forma de entender e viver na sociedade.

A tendência redentora

Uma das tendências às quais compõem a educação é a tendência redentora que procura conceber a sociedade como um conjunto de seres humanos os quais sobrevivem e vivem em um todo orgânico e harmonioso, que possuem desvios de grupos e indivíduos que ficam a margem desse todo, visto isso se percebe que a educação se define como uma instância social a qual servirá para a formação social do indivíduo.

Outra tendência afirma que a educação é feita integralmente e alguma parte da sociedade a reproduz no seu modelo vigente, e aborda a educação como uma instância dentro da sociedade, e a perpetua.

O que busca a tendência reprodutora

Diferente da tendência redentora, que busca tornar a sociedade basicamente perfeita, servindo como uma instância corretora, a tendência reprodutora busca entender a sociedade como um elemento dela própria.

A última tendência procura na educação uma compreensão que servirá como mediação, a qual vem de um projeto social, entende-se, com isso, que essa tendência serve de meio para a realização de projetos que virão ser aplicados na sociedade cotidiana, projeto este que poderá ser conservador ou transformador.

É possível ver que esta tendência não se aplica ao serviço conservador, procurando expor que a educação é compreensível dentro da sociedade.

A tendência crítica

Os teóricos da terceira tendência exposta no texto defendem a ideia de que a educação não tem, e nunca terá um papel realmente ativo perante sociedade apenas considera a possibilidade de uma ação feita a partir de seus condicionantes históricos.

Diante do exposto pode-se concluir que a terceira tendência pode ser considerada “crítica” pelo fato de ser uma instância social e de lutar por uma transformação coerente na sociedade.

Aqui foram apresentadas as três tendências filosóficas que interpretam a educação, todas elas defendidas por teóricos, filósofos e dentre outros, que acreditam na transformação da sociedade, e a importância que tem a educação sobre ela.

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A história do Esporte

Os esportes fazem parte do cotidiano de muitas pessoas e atualmente são vistos com muita importância, não apenas para a manutenção da saúde física e mental, mas também como mecanismo de inclusão social. Para entender melhor como chegamos ao modelo de práticas desportivas que temos hoje é necessário conhecer a história do esporte através dos tempos.

Segundo Manoel Tubino, um dos mais relevantes autores dessa área, a história do esporte pode ser dividida em três períodos. Que são:

• Esporte Antigo: período que abrange desde o início das práticas desportivas até a primeira metade do século XIX.

• Esporte Moderno: intervalo de tempo que compreende desde 1820 até 1980.

• Esporte Contemporâneo: período que transcorre desde 1980 em diante, ou seja, até o momento atual.

Os esportes tiveram suas origens em atividades não organizadas, mas de fundamental importância para a manutenção da vida.

Na Antiguidade, as práticas esportivas não se pareciam com as que conhecemos hoje. Em razão disso, eram conceituadas como práticas pré-esportivas. Algumas eram úteis para a sobrevivência do homem, como a corrida e a caça. Outras eram mais uma preparação para guerras, como a esgrima e as lutas (TUBINO, 2010).

Com o desenvolvimento humano, muitas dessas práticas pré-esportivas oriundas do Esporte Antigo desapareceram com o passar do tempo. Outras foram se transformando em esportes.

Os esportes podem ser classificados como Autótonos e Tradicionais, de acordo com a interferência ou não de outras culturas além da que deu origem à esse esporte.

Os Esportes Autótonos podem ser considerados “esportes puros”, isto é, esportes que continuaram a ser praticados ao longo do tempo sem receber influências de outras culturas. Quando os Esportes Autótonos permanecem como prática, mas com modificações de outras culturas, geralmente de nações colonizadoras, passam a ser chamados Esportes ou Jogos Tradicionais (TUBINO, 2010, p.21).

A Grécia Antiga é vista como o berço dos esportes e os jogos gregos são considerados como as primeiras manifestações esportivas.

Eram “festas populares, religiosas, verdadeiras cerimônias pan-helênicas, cujos participantes eram as cidades gregas” (TUBINO, 2010, p. 22).

Existiram diversos Jogos Gregos, os registros históricos mencionam como principaisos Jogos Fúnebres, os Jogos Píticos, os Jogos Ístmicos, as Panatenéias e, principalmente, os Jogos Olímpicos da Antiguidade.

Os Jogos Olímpicos da Antiguidade são tidos como a principal manifestação esportiva de toda a era antiga. Esses eventos eram celebrados na cidade de Olímpia, na localidade de Élida, em um bosque sagrado chamado “Altis”, em homenagem a Zeus Horquios. Desde essa época, os Jogos já eram realizados a cada quatro anos. Esses Jogos eram anunciados pelos arautos que proclamavam um período onde as guerras estavam proibidas e eram organizados e esenvolvidos por sacerdotes denominados helenoices.

As principais provas eram: corrida de estádio, corrida do duplo estádio, corrida de fundo, luta, pentatlo, corrida das quadrigas, pancrácio, corrida de cavalos montados, corrida com armas, corrida de bigas, pugilato e outras (TUBINO, 2010, p. 22).

Ainda podemos observar que na civilização romana os esportes tiveram um caráter mais voltado para o combate e na Idade Média os torneios desportivos, ainda que escassos, eram mais agressivos.

As práticas esportivas passaram a ser relacionadas a lutas violentas e até mortais. Apostas referentes aos resultados de lutas, corridas curtas, etc. motivaram o público nos séculos XVIII e XIX.

O Esporte Moderno foi criado na Inglaterra, quando em 1820 codificaram e criaram regras nos esportes existentes na época. Esse modelo se espalhou pela Europa incentivando a criação de clubes desportivos. Mas foi em 1896, com a restauração dos Jogos Olímpicos por Pierre de Coubertin que o esporte se fortaleceu na sociedade. Período no qual as práticas desportivas foram se dividindo em amadoras e profissionais.

O acontecimento mais relevante para o surgimento do período conhecido como Esporte Contemporâneo foi a publicação da Carta Internacional de Educação Física e Esporte, um documento criado pela UNESCO em 1978, que trouxe o conceito de que as práticas desportivas eram direito de todas as pessoas. Era o início de uma compreensão do esporte como ferramenta social e que pudesse ser praticado visando um mundo melhor.

Portanto, o esporte teve sua história composta por diversos momentos sendo motivado por necessidades pertinentes ao ser humano e aspectos culturais e sociais de cada período.

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Diferenças entre luta, arte marcial e modalidade de combate

Um erro muito corriqueiro cometido pela população, diz respeito ao conceito epistemológico de alguns termos usados para expressar coisas que são similares, porém diferentes. Como exemplo, lutas, artes marciais e modalidades esportivas de combate são os termos mais comumente usados para nomear algumas práticas culturais desenvolvidas por diferentes povos.

Qual é o conceito de luta?


O conceito de luta, neste contexto, significa um jogo cujo alvo é o próprio adversário, diferentemente do futebol, rúgbi, basquete ou qualquer outro esporte cujo alvo é um gol, uma bola ou qualquer outro objeto extrínseco ao oponente. Logo, quando nos referimos à luta, invariavelmente devemos pensar em uma prática que envolve oposição direta.

A palavra “marcial” é oriunda do Deus da guerra, Marte, portanto, “arte marcial” possui o sentido de “arte da guerra”. Sendo assim, são consideradas artes marciais aquelas modalidades cuja criação tem uma finalidade bélica. Naturalmente, com a criação das armas de fogo, o uso de sistemas de luta corporal na guerra foi se tornando cada vez mais obsoleto, porém, estas modalidades ainda são chamadas de artes marciais.

A história no Japão

No Japão, as modalidades mais antigas de luta criadas apenas para fim bélico são chamadas de “Bujutsu”. Com o passar do tempo muitas dessas lutas tiveram que sofrer mudanças na sistematização, visto que seu emprego na guerra já não era mais tão eficiente e, com isso, o enfoque destas passou a ser, não apenas na prática das técnicas na guerra, mas no desenvolvimento do ser humano. A partir daí, vários elementos da “filosofia oriental” foram introduzidos nessas modalidades e estas foram chamadas pelos japoneses de “Budo”. No Brasil não existe um termo discriminante destas duas classificações, ambas são chamadas, portanto, de artes marciais.

Ao longo dos anos, diversas modalidades esportivas começaram a influenciar a sociedade e a competição entre as pessoas passou a ser mais valorizada, tornando-se um espetáculo cada vez mais atrativo.

A valorização das lutas marciais

Dentro deste contexto de valorização das práticas esportivas pelo homem moderno, as diferentes modalidades de luta tiveram a necessidade de se esportivizar, para que desta forma a arte pudesse ganhar mais adeptos e sobreviver ao longo do tempo. Com isso, foram criados torneios, com regras bem definidas, visando atrair um público cada vez maior. Desta forma, as lutas que passaram por este processo são chamadas de “modalidades esportivas de combate”.

Sendo assim, podemos classificar o Taekwondo como uma luta, pois envolve oposição, com o adversário sendo o alvo principal. Se considerarmos que este foi criado a partir de outras modalidades com fim bélico, então o Taekwondo também é uma arte marcial ou, pela nomenclatura japonesa, Budo.

Por fim, com o passar dos anos a modalidade sofreu um processo de esportivização e hoje já é um esporte olímpico, portanto, também é possível considerar o Taekwondo uma modalidade esportiva de combate.

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A Era da Gestão da Qualidade

A gestão da qualidade vem sendo aplicada por diversas organizações do mundo todo, independente do seu porte, atividade ou segmento de atuação no mercado.

Os princípios que norteiam a gestão da qualidade

Os princípios que norteiam a gestão da qualidade foram difundidos a partir da década de 1950, mas somente nas últimas décadas no século XX, passaram a ser solvidos pelas organizações. Inicialmente, a atividade era voltada somente para a inspeção; atualmente, as atividades associadas a qualidade são consideradas fundamentais para o gerenciamento estratégico.

Podemos notar que a gestão da qualidade passou por uma evolução, que pode ser dividida em quatro eras:

Inspeção: A qualidade do produto era verificada ao final do processo produtivo, ou seja, a inspeção era realizada por um funcionário que examinava produto a produto. Não se buscava analisar a causa dos problemas e defeitos apresentados, apenas havia a separação dos produtos “bons” e “defeituosos”. Os produtos defeituosos eram eliminados, o que ocasionava alto grau de desperdício e refugo ao processo.

Controle Estatístico da Qualidade:

Foi iniciado pelo estatístico Walter Shewhart, através de seus estudos passa-se a utilizar ferramentas e técnicas estatísticas para avaliar, através da amostragem, a qualidade dos produtos e do processo produtivo. Surge no cenário da Segunda Guerra Mundial com a ascensão da Revolução Industrial.

Devido a produção massificada e ao aumento da escala produtiva, realizar as inspeções em todos os produtos fabricados de maneira completa torna-se inviável, desse modo, utilizando o controle estatístico, torna-se possível escolher certa quantidade de produtos para inspeção, onde as características dessa amostragem seriam expandidas a todo o lote.

Garantia da Qualidade

O fim da Segunda Guerra Mundial estabeleceu mudanças significativas no mundo todo. Após a guerra, os americanos enfrentaram sucesso em sua economia, no entanto, o Japão estava destruído, necessitava se reerguer e melhorar a reputação de seus produtos.

Por meio dos estudos de Edwards Deming e mais tarde Joseph Juran, a qualidade passou a ser bem aceita nas organizações japonesas. Juran, incorporou uma nova perspectiva à qualidade. Até aquele momento, as atividades relacionadas a qualidade tentavam garantir ao produto a perfeição técnica. A nova abordagem relacionava a satisfação do cliente quanto à adequação ao uso do produto.

A responsabilidade quanto a qualidade passou a ser global, compreendendo toda a organização. A qualidade passa a ser abordada desde a etapa de desenvolvimento do projeto do produto até chegar ao consumidor final, e todos os funcionários, de todos os níveis hierárquicos, devem estar envolvidos e comprometidos com as atividades de melhoria da qualidade.

Gestão Estratégica da Qualidade

Nas duas últimas décadas do século passado, a qualidade passou a ser notada como uma disciplina de caráter estratégico, sua visão foi ampliada e hoje é considerada uma arma que a organização dispõe para obter vantagem competitiva face aos concorrentes. A gestão da qualidade total é uma abordagem que objetiva a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços, atingindo todo o meio organizacional.

Os projetos de melhoramento contínuo buscam fortalecer a produtividade e a rentabilidade da organização, diminuir os custos, eliminar desperdícios, gargalos, retrabalhos, reclamações e devoluções nos processos e em atividades que agreguem valor ao cliente, fornecer produtos e serviços com perfeição que proporcionem satisfação às necessidades dos clientes interno e externo.

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Assistência de enfermagem ao paciente cirúrgico

O preparo pré-operatório tem início com a internação, estendendo-se até o momento da cirurgia. Tem por objetivo levar o paciente às melhores condições possíveis para cirurgia, para garantir-lhe menores possibilidades de complicações. Cada paciente deve ser tratado e encarado individualmente.

Dependendo da cirurgia a ser realizada, o preparo pré-operatório poderá ser feito em alguns dias ou até mesmo em minutos. As cirurgias que exigem um rápido preparo são as cirurgias de emergência, estas devem ser realizadas sem perda de tempo, a fim de salvar a vida do paciente.

Preparo psicológico
Tem como objetivo assegurar confiança e tranquilidade mental ao paciente. A internação pode significar reclusão, afastamento dos familiares, e o paciente pode ficar ansioso e cheio de temores. O trabalho e a vida diária do paciente são, momentaneamente, paralisados e o desconhecimento do tratamento ao qual será submetido, tudo isso, gera estresse, insegurança, desassossego e medo.

Estes estados psicológicos, quando não reconhecidos e atendidos, podem levar o paciente a apresentar vômitos, náuseas, dor de cabeça, não cooperando para a recuperação pós-cirúrgica, levando-o a complicações respiratórias, agitação e outros problemas.

Para auxiliar o paciente a enfermagem deve ser calma, otimista, compreensiva, e saber como desenvolver confiança. Inteirados da aflição do paciente a enfermeira chefe deve ser notificada, para que tome a melhor medida.

Muitas vezes o paciente tem medo da morte, durante ou após a cirurgia, tem medo de não acordar da anestesia, tem medo de perder qualquer parte do corpo ou de sentir dor durante a cirurgia. Dependendo da necessidade, a enfermeira solicitará a presença do cirurgião ou anestesista para esclarecer o paciente.

Portanto, a enfermagem, embora solicitando outros profissionais para atender o paciente em suas necessidades psicológicas, é principalmente a pessoa que ouve, compreende, ampara e conforta.

Preparo físico
É dividido em três etapas:
1. Preparo inicial é quando o paciente vai ser submetido a exames laboratoriais (exames pré-operatórios), que vão assegurar a viabilidade ou não da cirurgia.

Nesta fase, a atuação da enfermagem no preparo se relaciona:
– Ao preparo do paciente, explicando os procedimentos a serem realizados;
– A coleta e encaminhamento dos materiais para exames;
– A manutenção do jejum, quando necessário;
– A aplicação de medicamentos, soro e sangue;
– A realização de controles;
– Sinais vitais;
– Diurese;
– Observação de sinais e sintomas;
– Anotação na papeleta.

2. Preparo físico na véspera da cirurgia tem por objetivo remover toda a fonte de infecção, através da limpeza e desinfecção, conseguida com um mínimo de esgotamento do paciente.

Essa segunda etapa se processa assim:

– Verificar lista de cirurgia: quais os pacientes que serão operados, nome da cirurgia, horário, se há pedido de sangue, preparos especiais ou de rotina;
– Providenciar material e colher a amostra de sangue para tipagem sanguínea;
– Observar sintomas como tosse, coriza, febre, variação de pressão arterial e outros.
Proceder a limpeza e preparar a pele para cirurgia da seguinte forma:
– Tricotomia da região a ser operada, bem ampla;
– Banho completo, incluindo cabeça e troca de roupa;
– Limpeza e corte das unhas, remover esmaltes (pés e mãos) para poder observar a coloração durante a cirurgia;
– Mandar barbear os homens;
– Dieta leve no jantar;
– Lavagem intestinal ou gástrica, de acordo com a prescrição médica;
– Jejum após o jantar, orientar o paciente;
– Promover ambiente tranquilo e repousante.

3. Preparo físico no dia da cirurgia.
Processa-se assim:

– Verifica se o jejum continua sendo mantido;
– Verificar se todos os cuidados da véspera foram feitos;
– Remover maquiagem, próteses e jóias. As jóias e próteses serão enroladas e guardadas conforme rotina do local;
– Controlar pulso, temperatura, respiração e P.A;
– Urinar meia hora antes da cirurgia;
– Aplicar a medicação pré-anestésica seguindo prescrição médica, e geralmente é feito de 30 a 45 minutos da cirurgia;
– Checar a medicação pré-anestésica dada;
– Fazer anotação na papeleta;
– Ajudar o paciente a passar da cama à maca;
– Levar a maca com o paciente até o centro cirúrgico, juntamente com o prontuário;
Observação: Qualquer cuidado não efetuado deve ser comunicado ao centro cirúrgico.


Preparo pós-operatório

Os cuidados de enfermagem no pós-operatório são aqueles realizados após a cirurgia até a alta. Visam ajudar o recém operado a normalizar suas funções com conforto e da forma mais rápida e segura. Incluímos nesses cuidados o preparo da unidade para receber o paciente internado.

Observação: nos hospitais que possuem, no centro cirúrgico, sala de recuperação, pós-anestésica, receber os pacientes nestes locais imediatamente após a cirurgia, dando-lhes assistência até a normalização de reflexos e sinais vitais. Só posteriormente esse paciente é encaminhado à unidade onde está internado.

Ao receber o paciente no quarto:

– Transportá-lo da maca para a cama com o auxílio de outros funcionários;
– Manter a cama em posição horizontal;
– Cobri-lo e agasalhá-lo de acordo com a necessidade;
– Verificar na papeleta as anotações do centro cirúrgico. Caso tenha sido feita a anestesia raque deixar o paciente sem travesseiro e sem levantar, pelo o menos 12 horas;
– Enquanto estiver semiconsciente, mantê-lo sem travesseiro com a cabeça voltada para o lado;
– Observar o gotejamento do soro e sangue;
– Observar estado geral e nível de consciência;
– Verificar o curativo colocado no local operado (se está seco ou com sangue);
– Restringi-lo no leito com grades, para evitar que caia;
– Se estiver confuso, restringir os membros superiores para evitar que retire soro ou sondas;
– Observar sintomas como: palidez, sudorese, pele fria, lábios e unhas arroxeados, hemorragia, dificuldade respiratória e outros, porque podem ocorrer complicações respiratórias e circulatórias;
– Controlar: pulso, temperatura, respiração e pressão arterial;
– Fazer anotação na papeleta;
– Ler a prescrição médica, providenciando para que seja feita;
– Qualquer sintoma alarmante deve ser comunicado imediatamente.

Nas horas em seguida:

– Ao recuperar totalmente a consciência avisá-lo do lugar onde está e que está passando bem;
– Periodicamente, controlar sinais vitais e funcionamento de soro e sondas;
– Promover comodidade no leito;
– Medicá-lo para dor, quando necessário;
– Movimentá-lo no leito, de decúbito;
– Verificar e estimular a aceitação da dieta.

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Tipos de Negociação

No mundo atual a pluralidade de idéias e posicionamentos é abundante, causando assim divergências na maneira de pensar e agir entre os indivíduos. Assim a capacidade de conversar, ouvir e principalmente negociar se torna algo vital para um convívio social saudável, sucesso nos negócios e demais âmbitos onde se possa ser preciso chegar a um acordo entre partes.

Existem vários tipos de negociações que podem ocorrer durante os trabalhos que visam o comum acordo entre partes que buscam a satisfação de seus interesses.

Nesse sentido temos que as negociações, por exemplo, podem ser pacíficas ou conturbadas, espontâneas ou obrigatórias, curtas ou longas, sérias ou descontraídas, entre outras.


Porém, essas classificações, embora relevantes, não são as mais importantes. Eis então que se sobressaem como tipos distintos de negociações os seguintes modelos:

Classificação quanto à divisão do objeto


Essa classificação leva em conta a possibilidade, ou não, das partes compartilharem o objeto do negócio a ser realizado. Aqui temos os seguintes tipos de negociação: Distributiva e Integrativa.


Distributiva

Negociação distributiva é aquela em que as partes manifestam interesses opostos em relação ao objeto da negociação, como, por exemplo, duas partes que visam os mesmos bens de uma herança.


Outro exemplo pode ser dado em relação ao tempo de execução de uma consultoria empresarial para realização de um contrato, no qual o cliente e o consultor, ao discutirem o fator tempo, terão que acordar sobre o prazo de entrega, de modo que se o consultor consegue mais tempo para entregar o contrato pronto, o cliente “perde tempo” na concretização de seus negócios comerciais. Em ambos os casos, a negociação é dita distributiva porque haverá a distribuição do objeto das negociações entre as partes, de modo que, em sendo maior a fração de um, menor será a fração do outro. Além disso, nesse tipo de negociação cada uma das partes tenta levar o máximo de vantagem na distribuição do objeto, pois, naturalmente, pretende levar a maior fração possível.


Integrativa

A negociação integrativa trata-se daquela negociação realizada em torno de vários objetos, ou de vários pontos de debates, onde os negociadores, nesse caso, nem merecem serem chamados de oponentes, pois a intenção aqui será a somatória de interesses e não a divisão deles. E temos como exemplo o caso em que dois empresários parceiros, para conquistarem um cliente, precisam somar forças operacionais e intelectuais, de modo que, ao tratarem de aspectos instrumentais, ou seja, sobre quem vai fazer o que, quando e de que forma, os interesses mútuos [de conquistarem o cliente] deverão levar prioridade sobre os interesses individuais; assim eles deverão integrar seus empenhos a fim de obterem mais retorno financeiro. Aqui, ao inverso da distributiva, não vale a regra de que quanto mais um lado ganha, menos o outro leva.


Classificação quanto à concorrência das partes


Essa classificação considera levar em conta a possibilidade, ou não, das partes se disporem a alcançar ganhos mútuos, em detrimento dos exclusivos ganhos próprios. Aqui temos os seguintes tipos de negociação: Adversarial e Cooperativa (ou colaborativa).

Adversarial

A negociação adversarial é aquela negociação em que as partes lançam mão de meios competitivos para alcançarem seus objetivos, pois empreendem os trabalhos como verdadeiros inimigos que lutam para ficar com os lucros da batalha.

Esse tipo de negociação não é saudável, pois, como consequência, pode gerar o fim da relação entre as partes. As partes aqui procuram satisfazer os seus interesses por meio de soluções que visem ganhos unilaterais, ou seja, procuram estabelecer soluções do tipo ganha/perde – onde, se um ganha, o outro perde.

Cooperativa ou colaborativa


A negociação cooperativa, também denominada de colaborativa, é aquela em que as partes lançam mão de meios análogos e pacíficos para resolverem suas pendências. As partes aqui procuram satisfazer os seus interesses por meio de soluções que visem ganhos mútuos, ou seja, procuram estabelecer soluções do tipo ganha/ganha ou ainda justa e satisfatória para todos os envolvidos.


Classificação quanto à comunicação das partes


Essa classificação observa a possibilidade, ou não, das partes realizarem a negociação sem qualquer auxílio de terceiros não interessados no objeto da negociação, ou seja, por meio de uma comunicação diretamente feita entre elas. Aqui temos os seguintes tipos de negociação: Direta e Indireta.


Direta

Negociação direta é aquela em que os próprios interessados no objeto do negócio, ou do litígio, empreendem os trabalhos em prol de um acordo, contrato, ajuste ou composição dos interesses divergentes ou convergentes; ou seja, aqui a negociação não sofre qualquer intervenção de terceiros não interessados, como, por exemplo, de um mediador.


Esse tipo de negociação é a mais tradicional, porém, em certos casos não é a mais indicada, principalmente quando há muita tensão entre as partes em conflito.

Indireta

Temos como negociação indireta aquela em que as partes interessadas no objeto do negócio, ou da contenda, não se comunicam diretamente na ora de tentarem o ajuste de seus interesses. Nesse caso, sempre há a participação terceiros auxiliares, como, por exemplo, o mediador, que deverá auxiliar as partes em suas tentativas de composição do litígio.


Classificação quanto à reciprocidade dos ganhos


A presente classificação pondera o quanto de vantagem uma parte leva, ou não, sobre a outra parte, ou seja, os tipos de negociações dessa classificação verificam se as partes buscam resultados recíprocos e equivalentes ou se a intenção delas é de auferirem os resultados isoladamente. Aqui temos os seguintes tipos de negociação: Ganha-Ganha, Ganha-Perde e Perde-Perde.


Ganha-Ganha

As negociações do tipo ganha-ganha são aquelas em que as partes, imbuídas de uma disposição para, igualmente, reconhecer o direito ou as necessidades de suas partes adversas, buscam, de fato, resultados equânimes dentre daquilo que é permitido pela realidade da negociação.

Também conhecido por solução win-win, a negociação ganha-ganha, é constituída por trocas recíprocas e eficazes, visa à satisfação das partes envolvidas, ainda que uma delas tenha tido melhores condições que a outra, ou, diante da situações adversas, tenha alcançado o menor prejuízo possível.


É também por isso que dizemos que o procedimento ganha-ganha não deve ser considerado sob o ponto de vista utópico de condições impossíveis, ideais ou mesmo inexistente, mas deve sim se basear em condições atingíveis e situações realistas, onde todos possam se sentir relativamente, ou igualmente, vencedores.


Logo, um resultado ganha-ganha geralmente deriva de acordos negociais com a menor perda possível para ambos os lados, o que até pode ser dado sob condições adversas ou até mesmo desconfortáveis.


E para isso, faz-se necessário que as partes ajam com parceria, tomando ciência e compreendendo o problema umas das outras, pois, dessa forma, elas acabam colocando-se no lugar uma da outra e, por consequência, ampliando o leque de possibilidades de realizar concessões inteligentes e verdadeiras, sempre em prol de um bom acordo.


Assim temos que, o primeiro passo para se buscar um resultado ganha-ganha consiste no esforço em construir um ajuste com possibilidades reais de execução, de modo que o acordo seja, de fato, exequível em sua plenitude.


E o segundo passo traduz-se no entendimento de que as necessidades, os interesses ou as dificuldades do oponente não é um problema só dele, pelo contrário, em negociações temos que analisar a situação negocial tendo por princípio que todo e qualquer conflito ou desavença é uma coisa comum, a ser resolvido por ambos os negociadores, ainda que seu foco esteja apenas de um lado da negociação. Logo, partir para a solução dos próprios problemas e não fazer conta alguma dos problemas do outro não é viável para um acordo do tipo ganha-ganha.

Todavia, devemos ressaltar que nem todos concordam com a possibilidade de haver uma conclusão ganha-ganha em um procedimento de negociação, como, por exemplo, segundo o entendimento do negociador Ronald Shapiro e Mark A. Jankowski (2006), “a expressão ganha-ganha, na verdade, tornou-se hoje mais um clichê popular do que uma filosofia de negociação. É a racionalização do vencedor para a vitória desigual, ou uma desculpa do perdedor para sua derrota, ou uma frase usada pelas duas partes quando todas estão igualmente infelizes. Não existe a possibilidade das duas partes ganharem de forma idêntica numa negociação, ou seja, ambas conseguirem tudo o que querem. Uma das partes está fadada a conseguir mais e a outra menos, mesmo se as duas estiverem satisfeitas com o resultado. Esta última afirmação, sim, é possível. As duas partes podem ficar satisfeitas, mas as duas não conseguem ganhar na mesma medida”.


E diante desse último entendimento, devemos dizer que, em parte, concordamos com o posicionamento dos negociadores Shapiro e Jankowski, pois é realmente difícil encontrar um denominador comum em que todas as partes saem ganham de maneira perfeitamente uniforme. Por outro lado, o fato de as partes enxergarem onde podem fazer concessões acaba por proporcionar-lhes um acordo final em que a satisfação pode ser recíproca, ainda que os interesses imediatos (posições) não sejam atendidos.


Veja adiante as principais características de um procedimento ganha-ganha:


• Existe um esforço por parte do outro em estabelecer uma mútua compreensão para com a situação alheia.

• Após uma interação espontânea, as partes invocam uma força construtiva em prol uma mútua colaboração.

• A liderança do processo negocial é legítima, pois é naturalmente democrática e consentida pelos liderados.

• Com a integração entre as partes, é criado um clima de confiança recíproca.
• Ao final, as partes cultuam o sentimento de ganho mútuo. Ganha-perde


A negociação do tipo ganha-perde implica no pensamento de que se uma parte ganha, a outra tem que perder. Pois bem, é isso mesmo o que ocorre aqui, pois a ansiedade e falta de parceria ou desinteresse pela continuidade do relacionamento havido entre aqueles que negociam transformam o ato numa verdadeira batalha negocial, onde só o “ganhar” interessa às partes.


Quem lança mão desse tipo de negociação, com olhos apenas para a vitória, acima de qualquer outra possibilidade, geralmente age por meio de técnicas ardis, estatísticas inventadas, informações falsas, táticas maculadas por más intenções e por artifícios tendentes a burlar o processo. E para tanto, ele pode intentar condutas que visem às seguintes situações ou resultados para com o outro que é visto como oponente: Imprimir-lhe um sentimento ilusório de ganho, criar-lhe expectativas ilusórias ou inalcançáveis, fragilizar-lhe em seu lado psicoemocional, afligir-lhe a confiança.


O negociador que inicia uma rodada de negociação para ganhar sob qualquer circunstância, geralmente consegue que só a parte oposta faça concessões interessantes, enquanto que, de sua parte, inexiste reciprocidade.


Ilustrando essa inoportuna situação, Matos (1985, p. 2) diz que “a intransigência dos que não querem ceder dez para ganhar noventa, dispensar o acidental em favor do essencial, é a geradora dos habituais insucessos em negociação”.


Ao final, o resultado é único: só um lado sente que obteve ganhos reais; só um lado fica com a nítida percepção de dever cumprido; só um lado sente satisfação pelo trabalho executado; pois, só um lado alcançou seus interesses.


Seguem adiante as principais características de um procedimento ganha-perde:

• Não existe qualquer esforço por parte dos oponentes em estabelecer uma mútua compreensão para com a situação alheia, pelo contrário, aqui existe um sentimento de disputa acirrada, a exemplo de um verdadeiro combate entre inimigos.

• Aqui não existe interação, pois as partes invocam um sentimento de rejeição sempre em prol de uma disputa competitiva.

• A falta de interação norteia o surgimento de uma liderança ilegítima, geralmente alcançada por meio da força, do poder ou de agressões verbais.
• Não existe clima de confiança entre os oponentes, o clima criado é cercado por uma constante tensão.

• Ao final, uma das partes sempre desperta um sentimento de perda.

Perde-perde

A negociação perde-perde é aquele em que os todos os lados que negociam buscam a vitória acima de tudo.


Aqui os negociadores traçam objetivos injustos e nada equânimes, agem com inflexibilidade, não promovem concessões, afastam-se das trocas, evitam procurar saber o que a outra parte gostaria de obter, enfim, todos só pensam em si mesmos. E dado a implacável insensibilidade de uns para com os outros negociados, todos relutam em não abrirem mão de suas vontades de ganhar, ganhar e ganhar.

Com isso, o resultado é óbvio: nenhuma das partes que negociam se sentem satisfeitas; todos percebem que não obtiveram êxito; pois ninguém alcançou seus objetivos.

Autonegociação

A autonegociação, também conhecida por negociação unilateral consiste em toda, e qualquer negociação consigo mesmo, ou seja, ela pode ser traduzida num processo que envolve uma decisão tomada por uma só parte.


A fim de ilustrar o que é uma autonegociação podemos citar, por exemplo, o fato de uma pessoa definir as suas prioridades diárias, organizar a sua agenda ou tomar decisões sem o auxílio de qualquer outro agente.

O tripé da Sustentabilidade

Sustentabilidade é a palavra do momento. Está em todo lugar. Na mídia, nas escolas e universidades, no governo, nas promessas políticas, enfim, na sociedade de forma geral. Mas o foco total está nas empresas, pois são elas as maiores responsáveis pelas alterações no meio ambiente e por conseqüência, pelo desequilíbrio ambiental.

Como resultado de ações errôneas, temos enchentes, desbarrancamentos, o tão debatido aquecimento global, chuvas ácidas, diversas contaminações, entre outras muitas catástrofes. O desafio da sustentabilidade é justamente fazer com que tenhamos um crescimento urbano, afinal de contas ninguém quer voltar à idade da pedra, o objetivo não é esse, mas que este crescimento seja feito de forma correta, sem que tenhamos que sacrificar os recursos naturais (água, flora, fauna, etc).

A sustentabilidade é formada por um tripé, logicamente seguido de três conceitos básicos, onde cada um desses aspectos deverá estar estritamente ligado e de forma bem definida.


São eles: O Ambiental, o social e o econômico. O Meio Ambiente equilibrado, mais do que um conceito é Lei, mantê-lo conservado é obrigação de todos, inclusive e/ou “com certeza” das empresas.


Tratamento dos efluentes e resíduos gerados, controle de emissão de gases poluentes, entre outros, são ações necessárias e obrigatórias para qualquer empresa. Agora, uma empresa que deixa de fazer o que somente é exigido (Empresa Reativa) e vai além, buscando novas ideias, contribui de forma significativa com a sustentabilidade.


Programas que visam à preservação da flora e fauna, educação ambiental, construção de prédios ecologicamente corretos e despoluição de rios, são exemplos de ações que superam os exigidos e contribuem significativamente com o meio ambiente. A empresa que visa ser sustentável se preocupa com o Social, seja da comunidade ao seu entorno, seja com os seus colaboradores.


Como por exemplo, ações que promovam a educação escolar tanto do profissional, quanto da família deste e ainda da comunidade de abrangência da empresa, programas de educação ambiental e responsabilidade social, incentivo ao esporte, ações que promovam a saúde e o bem estar, bem como, capacitação profissional (o que influência também nos aspectos de segurança no trabalho, já que um profissional instruído é menos suscetível a erros).


O Econômico também entra como um fator chave, já que ele é quem move a sociedade, em uma empresa não é diferente, é ele que irá barrar ou liberar investimentos nos dois aspectos já tratados anteriormente. Agora, se esta organização busca a sustentabilidade, ela irá investir em maquinários novos, o que inicialmente desprende de investimentos, mas retorna como economia, devido ao menor consumo de energia elétrica, por exemplo.


A mesma empresa também irá investir em novas tecnologias para tratamentos de seus resíduos e em formas de se reutilizar o que sobra da sua produção e até a água, desde que não seja para o consumo.


A questão é que a empresa deve estar aberta a investir para ter retorno posteriormente, bem como, estar aberta a divulgar os valores de seus investimentos, pois isto transmite transparência, e comprova que seus investimentos realmente vão para o que se destina.


Com tudo o que foi dito pode-se observar que não são aspectos tão simples de se alcançar, pois envolvem investimentos (às vezes pesados) e mudança de cultura e paradigmas, o que é muito difícil na sociedade, já que em muitas organizações as questões ambientais são vistas como algo que não trazem lucro, somente despesas.

É preciso mudar primeiramente este pensamento, para que só assim possamos pensar em sustentabilidade e, posteriormente, em desenvolvimento sustentável.

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A origem do Esporte

Você tem alguma noção de quando o Esporte surgiu? Pois é, realmente é difícil relatar uma data exata sobre tal surgimento. Dizem que o Esporte surgiu há muitos e muitos anos, o que não nos permite apontar uma data tão precisa para esse acontecimento. Há quem diga que o esporte vem da base de sobrevivência dos povos primitivos, quando para sobreviver precisavam lutar, correr, saltar, lançar objetos, praticar o arco e flecha, nadar, entre outras atividades, as quais hoje possuem modalidades esportivas específicas. Nessa mesma época relacionavam-se algumas atividades, que hoje podemos interpretar como esporte, aos rituais e práticas religiosas, os cultos aos deuses.


Alguns indícios sobre o início da realização de algumas práticas esportivas:


Por volta de 1850 a.C., foi descoberto no Egito, na Necrópole de Beni-Hassan, um mural com imagens que mostravam a luta em vários movimentos. Na Irlanda ocorreram arremessos em 1830 a.C. e salto em altura em 1160 a.C. Vestígios dos primeiros esquiadores são apontados na Noruega e dos primeiros remadores e pescadores na Rússia.


Outros importantes indícios são retratados por Duarte (2003, p. 13):


Em 1500 a.C., em Creta, praticava-se o pugilismo. Em 1300 a.C. a 800 a.C. já havia o jogo da pelota. Homero, em 1200 a.C., faz versos para retratar os Jogos Fúnebres, no Canto XXIII da Ilíada […] Em 776 a.C. temos os Jogos Olímpicos gregos, com importância local e regional, que depois passam a ser o próprio calendário, pois eram disputados de quatro em quatro anos. As primeiras ‘corridas de fundo’, com 4 mil metros e 164 centímetros, são disputadas em 720 a.C. A luta e o pentatlo (corrida, disco, luta, salto em distância e dardo) estão nos Jogos de 708 a.C. Em 648 a.C. entra o puligismo, e em 632 a.C. ocorrem as competições para juniores (16 a 18 anos) e as corridas de quadrigas.


Data-se que o profissionalismo no esporte foi considerado a partir de 580 a.C., onde ocorreu a instituição de prêmios em dinheiro aos campeões, tais campeões recebiam premiações de 500 dracmas e ânforas de óleo.


“De 75 d.C. a 83 d.C., o esporte ganhou mais destaque, e novas competições ocorreram na Grécia e em Roma” (DUARTE, 2003, p. 14).


Em 1336 e 1492 apresentam-se as notícias iniciais sobre o alpinismo. Praticavam-se o sumô, por volta de 754 a.D., nos templos Shinto. Em 1684 é conhecida a arena circular.

Aponta-se que o esqui surgiu na Finlândia e na Suécia em 1771. Em 1603 a natação torna-se obrigatória no Japão.


E finalmente, não deixaríamos de comentar sobre um dos esportes mais inspiradores para os brasileiros. Não é tão difícil adivinhar a que estamos nos referindo! Sim, isso mesmo, a nossa paixão nacional, o Futebol. Veja alguns relatos que já dão início a esse esporte.

Na China, em 2600 a.C. surge o kemari, uma invenção do sr. Yang-Tsé. O kemari era composto por oito jogadores de cada lado em um campo quadrado de 14m separado por um fio de seda amarrado em duas estacas fincadas no chão. Os jogadores deviam passar a bola de 22 cm de diâmetro, além das estacas, com os pés, sem deixar a bola cair. A bola era preenchida com cabelos para que ficasse cheia. Pensa-se que o futebol surgiu a partir desse acontecimento, mas há muitas dúvidas e polêmicas.


Na Grécia antiga havia um jogo disputado com bola, a bola era feita de bexiga de boi e revestida por uma capa de couro. Surgiu em 1488 o esporte chamado cálcio florentino, considerado por muitos como o “pai do futebol”. Seu surgimento deu-se precisamente em 15 de fevereiro de 1488, na Praça Santa Croce, de Florença. Era composto por duas equipes, Brancos X Verdes, e cada equipe possuía mais de 25 jogadores, com defensores, passadores e corredores. Há relatos de que em 1660 iniciaram os regulamentos no futebol, como o número de participantes no jogo e o tamanho do terreno (80 m x 120 m). Também surgem os gols, inicialmente chamados de arcos. O pioneirismo do futebol é disputado entre Franceses e Ingleses, mas há quem afirma que a organização é inglesa.


De acordo com Duarte (2003, p. 214 – 215) “O jogo começou a ser organizado há 150 anos […] Em 1868 surge a figura do árbitro […] Em 1891 aparecem as redes”.

“Em 1907 temos a lei do impedimento, alterada em 1926.O futebol como é hoje conhecido chegou à França em 1872, à Suíça, em 1879, à Bélgica, em 1880; à Alemanha, Dinamarca e Holanda, em 1889; à Itália em 1893; aos países da Europa Central, em 1900. Em 1904, surge a Federação de Futebol Association (FIFA)”. (DUARTE, 2003, p. 215).


Historiadores relatam que o futebol surgiu no Brasil através dos marinheiros de navios ingleses, holandeses e franceses que na segunda metade do século XIX vinham ao nosso país. “Eles jogavam em nossas praias, durante as paradas dos seus navios, iam embora e levavam a bola”. (DUARTE, 2003, p. 215). Outros historiadores informam que foi em Jundiaí, em 1882, que o futebol começou a ser jogado no Brasil, mais precisamente pelos funcionários da São Paulo Railway, e na mesma época funcionários da Estrada de Ferro Leopoldina começam a jogar o futebol no Rio de Janeiro.


Mas então surge uma dúvida, no Brasil, qual foi o primeiro esporte moderno praticado?

Há relatos de que o primeiro esporte moderno praticado em nosso país foi o turfe, na cidade do Rio de Janeiro. Podemos considerar o turfe, basicamente, como as corridas de cavalos. O turfe data seu início em meados de 1810, e era organizado pelos comerciantes ingleses, na Praia de Botafogo.


Porém, antes disso, bem antes disso, esportes diversos já eram praticados pelos povos indígenas, como arco e flecha, canoagem, natação, corridas, entre vários outros. É notório que na época não eram considerados atividades esportivas, visto que sua utilização era pela necessidade e utilitarismo.

No Brasil Imperial (1822 – 1889) surge a prática da capoeira, atividade trazida pelos africanos


Na segunda metade do século XIX, os alemães, não só apresentaram, mas trouxeram a ginástica ao nosso país. Fundaram sociedades de ginástica, em 1888 a União de Ginástica Alemã, em São Paulo e em 1892 a Sociedade Turnerbund, em Porto Alegre. A Missão Militar Francesa participou, em 1909, na formação da primeira escola de Educação Física no Brasil, a Força Pública de São Paulo.

Em 1955, o Tiro com Arco chegou ao Brasil trazido pelo comissário de Voo da Panair do Brasil, Sr. Adolpho Porta, quando em Lisboa, Portugal, conheceu o marceneiro Arlindo, que possuía um stand de tiro com arco. Arlindo, vendo Sr. Adolpho interessado no esporte, convidou-o a ser sócio do Glória Atlético Clube, local onde praticava o Tiro. Em 1991, foi criada a Confederação Brasileira de Tiro com Arco.


O remo foi considerado o principal esporte brasileiro na segunda metade do século XIX até o início do século XX, surgindo a criação de diversos clubes no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul.


Também nessa mesma época introduziram no Brasil a natação competitiva, o basquete, o tênis, a esgrima, e o já citado futebol. Interessante citar um dos marcos do futebol: a ruptura do futebol elitizado visto o alcance da primeira divisão do futebol carioca pelo Vasco da Gama com uma equipe formada por alguns jogadores negros.

Institucionalmente falando, a história do esporte brasileiro iniciou em 1937, pela criação, através da Lei nº 378 de 13/03/1937, da Divisão de Educação Física do Ministério da Educação e Cultura, onde teve como diretores: Major João Barbosa Leite, Coronel Caio Mário de Noronha Miranda, Professor Alfredo Colombo, General Antônio Pires de Castro Filho, Coronel Genival de Freitas e Coronel Arthur Orlando da Costa Ferreira.


No ano de 1970, tal divisão foi transformada no Departamento de Educação Física e Desportos do Ministério da Educação e Cultura, compondo sua direção o Coronel Eric Tinoco Marques e o Coronel Osny Vasconcellos.


Em 1978 o departamento transformou-se em Secretaria de Educação Física e Desporto, ainda pertencente ao Ministério da Educação. Permaneceu assim até 1989, quando então ocorreu, em 1990 sob presidência de Fernando Collor de Melo, a extinção da Secretaria ligada ao Ministério da Educação e criação da Secretaria de Desportos da Presidência da República. Esta secretaria teve como secretários Arthur Antunes Coimbra – Zico, de março de 1991 a abril de 1991 e Bernad Rajzman, de abril de 1991 a outubro de 1992.


Em 1992, após a saída de Collor da presidência, o vínculo do esporte voltou ao Ministério da Educação, com a Secretaria de Desportos, possuindo os seguintes secretários: Márcio Baroukel de Souza, de 1992 a 1994, e Marcos André da Costa Berenguer, de 1994 a 1995.


Em 1955 foi criado o Ministério de Estado Extraordinário do Esporte, pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, e à Secretaria de Desporto do Ministério da Educação coube a prestação do apoio técnico administrativo.


No mês de março de 1955, a secretaria transforma-se no Instituto Nacional de Desenvolvimento do Desporto (INDESP), passando a ser subordinado ao Ministério Extraordinário do Esporte.


Em 31 de dezembro de 1988 cria-se o Ministério do Esporte e Turismo, ainda por Fernando Henrique Cardoso, através da Medida Provisória nº 1.794-8. O INDESP passa então a subordinar-se a esse novo Ministério.


Em 2000 surge a Secretaria Nacional de Esporte, promovendo a extinção do INDESP. Em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva separa o Ministério do Esporte e Turismo, o esporte passa a ter um ministério próprio, assumido pelo deputado federal Agnelo Queiroz, que posteriormente foi substituído, em 2006, pelo secretário executivo, Orlando Silva Junior. Em 2011 quem toma a posse é o ministro Aldo Rebelo.

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Os Benzodiazepínicos

São fármacos que produzem efeito ansiolítico, se constituem na classe de medicamentos mais importante para o controle da ansiedade, devido a sua grande eficácia, relativa seletividade de efeitos, baixa toxicidade e pouca capacidade de produzirem dependência.

Na odontologia, o esquema posológico de eleição para os benzodiazepínicos (Diazepam, Alprazolam, Oxazepam, Midazolam, etc.) é por via oral, com uso de um comprimido na noite anterior e outro comprimido uma hora antes da cirurgia e/ou outro procedimento clínico.

Vantagens dos Benzodiazepínicos:

– Elevado Índice Terapêutico – não são depressores gerais do SNC;
– Relativo baixo potencial para uso ilícito;
– Características farmacocinéticas que permitem efeito ansiolítico sem apreciável efeito sedativo;

Ações e Efeitos dos Benzodiazepínicos

Essa classe de medicamentos não cura, apenas trata os sintomas da ansiedade, permitindo que o paciente se adapte melhor à situação clínica, ou que favoreça as técnicas de condicionamento psicológico. Tal efeito se relaciona também na prevenção de situações de emergência como a lipotímia, a síncope e síndrome de hiperventilação, as quais apresentam uma incidência muito maior em pacientes com ansiedade mal controlada.

A maioria dos benzodiazepínicos produz uma depressão na função do sistema nervoso central, atenuando as manifestações comportamentais neurovegetativas e subjetivas da ansiedade.

Considera-se que essa depressão esteja relacionada à capacidade dessas substâncias de facilitar as ações inibidoras do GABA (ácido gama-amino-butírico) que é o principal neurotransmissor inibidor do cérebro de mamíferos. Esse efeito é dose-dependente, ou seja, à medida que a dose é aumentada, o grau de depressão é intensificado levando a um relaxamento muscular, hipnose e depressão mais intensa do sistema nervoso central.

Mecanismo de Ação dos Benzodiazepínicos

Atuam aumentando a afinidade do neurotransmissor Gama-amino-butírico (GABA) pelo receptor GABA, resultando em aumento da resposta sináptica inibitória no SNC, desencadeada pela entrada de íons cloreto na célula nervosa.

Efeitos Colaterais dos Benzodiazepínicos:

A administração de benzodiazepínicos, principalmente da maneira pela qual é conduzida em situação pré-cirúrgica em odontologia, é seguida de raros efeitos colaterais.

Os efeitos indesejáveis mais comuns são:

– Sonolência,
– Sedação excessiva,
– Perturbação da coordenação motora,
– Confusão e perda transitória de memória.

Embora para a maioria dos pacientes esses sintomas sejam suaves, estes devem ser alertados para não se envolverem em tarefas potencialmente perigosas como, por exemplo, dirigir ou operar máquinas. O paciente também deve ser avisado para que evite o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento ansiolítico, pois os efeitos dos benzodiazepínicos são potencializados com os do álcool, podendo causar uma depressão ainda mais profunda do sistema nervoso central.

Escolha dos Benzodiazepínicos

Para a maioria dos tipos de ansiedade, nenhum dos benzodiazepínicos é terapeuticamente superior ao outro, pois todos possuem propriedades farmacológicas similares.

A escolha de um fármaco particular pode ser baseada pelo comportamento do paciente. Se a ansiedade é intensa e prolongada deve ser considerado um benzodiazepínico com uma meia-vida de eliminação longa como o flurazepam, por exemplo. Já quando a ansiedade é provocada por circunstâncias claramente definidas e tem probabilidade de ter pouca duração, poderá ter vantagens uma droga com meia-vida curta como o midazolam.

Precauções e Restrições

– Pacientes idosos, por eventual diminuição do metabolismo hepático e maior sensibilidade a efeitos centrais, as doses devem ser menores do que as habituais (diazepam, 2 a 5 mg, por via oral; lorazepam 0,5 a 1 mg, por via oral);

– O uso de benzodiazepínicos em pacientes grávidas é contra-indicado. Suspeita-se que estas drogas tenham poder teratogênico, ou seja, possam produzir lesões ou defeitos físicos na criança como lábio leporino e fenda palatina, por exemplo.

Os benzodiazepínicos são também contraindicados:


– Para pacientes portadores de glaucoma;
– Miastenia grave;
– Pacientes alérgicos aos benzodiazepínicos;
– Na lactação;
– Pacientes que estejam em tratamento com medicamentos com ação depressora do Sistema Nervoso Central (hipnóticos, barbitúricos, anticonvulsivantes, antidepressivos, anti-histamínicos e analgésicos opióides), ou que ingeriram bebidas alcoólicas.
– Crianças com deficiência mental (autismo e distúrbios paranóicos), pois os benzodiazepínicos podem acentuar as reações paroxísticas (excitações, hiperatividade, histeria, etc.).
– O uso concomitante com a eritromicina, o dissulfiram e com os contraceptivos orais pode prolongar a duração da ação do benzodiazepínico.

Efeitos paradoxais dos Benzodiazepínicos


Efeitos contrários aos desejados podem ocorrer em alguns pacientes, como ansiedade, pesadelos, taquicardia, alucinações, hostilidade e alteração do comportamento. Quando presentes tais efeitos, o medicamento deve ser suspenso.

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O que é comunicação?

Diferencial entre Promoção da saúde e Prevenção de doenças

Podemos definir que Comunicação não é o que se diz, mas é tudo aquilo que o outro compreendeu do que foi dito, ou seja, quanto maior a compreensão de nosso propósito, mais eficaz será a comunicação estabelecida. Você já pensou nisso? Comunicar é a capacidade que o ser humano tem de se interagir com o outro por meio de sinais (verbais ou não verbais), e, para isso, utilizamo-nos desses tipos de linguagem para nós fazermos compreendidos.

Comunicação é uma palavra derivada do termo latino “communicare”, que significa “partilhar, participar algo, tornar comum”

A evolução da comunicação


Você sabia que a boa comunicação pode ser conseguida com treinamentos e técnicas que implicam práticas de comunicação oral e escrita? Compreender o que o outro deseja implica requisitos básicos de um rápido processamento de informações, como a estrutura, conhecimento e aspectos culturais da língua. Fatores como época, localização geográfica e modismos podem interferir na qualidade e sucesso do processo de comunicação (tecnicamente chamado de Processo Interlocutivo).

O perfeito entendimento consiste na emissão, transmissão e recepção de uma mensagem por métodos convencionais ou não, sejam por meio da fala ou da escrita, por sinais, signos ou símbolos. A isso chamamos de linguagem utilizada.

A importância nas empresas

Em qualquer empresa, independentemente do seu tamanho e do setor, a comunicação desempenha um papel fundamental. É um dos pilares básicos para o bom funcionamento da organização e a essência para o bom funcionamento da atividade organizacional. Uma boa comunicação melhora a competitividade da organização e facilita a realização de objetivos.

Em empresas, os efeitos positivos são evidentes porque melhoram a competitividade da organização e a forma como ela pode se adaptar às mudanças que ocorrem em seu ambiente. Ao mesmo tempo, a existência de uma comunicação eficaz na empresa encoraja a motivação dos funcionários, bem como o compromisso e o envolvimento nas tarefas, criando um clima de trabalho integrativo.

Tipos de linguagens utilizadas

A linguagem utilizada para a comunicação, por sua vez, poderá ser:

• Verbal – Ocorre quando o homem utiliza-se da palavra (seja oral ou escrita) como código de linguagem no processo de comunicação. A linguagem verbal é encontrada na forma de comunicação rotineira entre as pessoas, em leituras de jornais, revistas e artigos diversos; e em discursos ou palestras, ou em qualquer conversação.

• Não Verbal – Utilizam-se como código de linguagem os movimentos faciais e corporais, além do uso de símbolos e outras “pistas”, que indicam a intenção comunicativa. Ocorre quando dizemos que “os olhos falam”, os gestos denunciam e determinados movimentos comunicam.

• Linguagem Mista – Envolvem a audição, visão e o movimento. É o caso do teatro, televisão e cinema.

Comunicar é interagir com o outro, utilizando-se de mensagens, por meio de todas as linguagens possíveis, tanto verbal quanto não verbal. E, para que ela se concretize, é preciso que saibamos falar, ler, ouvir, ver e sentir. Assim aprenderemos a compreender.

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