Classificação dos Anti-Inflamatorios não-esteroidais (Aines)

antibiótico é o medicamento indicado quando você foi infectado por uma bactéria. E só um médico consegue apontar se determinado problema foi mesmo causado por uma bactéria ou se é consequência do ataque de vírus e outros microorganismos, contra os quais nenhum antibiótico fará o menor efeito.

Os AINEs pertencem a duas grandes classes:


• Inibidores não seletivos da COX;
• Inibidores seletivos da COX-2.

Os AINEs com ação predominante sobre a COX- 1 são: ácido acetilsalicílico (AAS), indometacina, ibuprofeno, fenoprofeno, cetoprofeno e piroxican. Esses medicamentos são comercializados há muitos anos e são os mais utilizados em adultos e crianças.
Os coxibes (celecoxibe), valdecoxibe, rofecoxibe e etoricoxibe são inibidores potentes da COX-2. Até 2005, nenhum desses fármacos havia sido aprovado para uso em crianças, e os dados sobre sua toxicidade provêm de estudos realizados em adultos e experimentalmente.

Classificação dos AINEs


1. Ácidos e ésteres salicílicos – AAS, diflunisal, benorilato.
2. Ácidos acéticos – fenilacéticos: diclofenaco, alclofenaco, fenclofenaco.
3. Ácidos carbo e heterocíclicos – etodolaco, indometacina, sulindac, tolmetin.
4. Ácidos propiônicos – carprofen, flurbiprofen, cetoprofeno, oxaprozin, suprofeno, ibuprofeno, naproxeno, fenoprofeno.
5. Ácidos fenâmicos – flufenâmico, mefenâmico, meclofenâmico.
6. Oxicams – piroxicam, sudoxicam, isoxicam, tenoxicam, meloxicam.
7. Compostos não acídicos – nabumetona.
8. Coxibes – celecoxibe, rofecoxibe*, etoricoxibe, valdecoxibe, parecoxibe.

Todos os AINEs possuem eficácia anti-inflamatória similar. O AAS é protótipo do grupo, por ser o mais antigo, menos oneroso e mais bem estudado, é utilizado como referência nos estudos dos demais compostos do grupo.
Sendo a eficácia similar, a escolha do AINE a ser indicado, deve basear-se em outros critérios como:


• Toxicidade relativa;
• Conveniência para o paciente;
• Custo;
• Experiência de emprego.

Embora os efeitos adversos sejam qualitativamente iguais, há diferenças quantitativas de intensidade e prevalência deles. Assim, derivados da pirazolona (fenilbutazona) são demasiadamente tóxicos para serem usados como analgésicos ou em processos inflamatórios menores. Por outro lado, o Nimesulide parece ser particularmente útil em pacientes que têm intolerância ao AAS e a outros AINEs. A conveniência se refere ao número de administrações diárias que variam de 1 a 4, dependendo da meia-vida das substâncias, o que influencia a adesão do paciente ao tratamento. Nessa perspectiva, salienta-se o Piroxicam administrado a cada 24 horas.
O custo diário com doses médias é bastante variável, devendo ser analisado antes da prescrição. No Brasil, a diferença de preço entre os AINEs pode ser de 10 vezes, com o AAS, Piroxicam e Ibuprofeno entre os de menor custo.

Quando tomar a medicação?

O período indicado aponta quanto tempo é necessário para garantir que a bactéria seja eliminada do organismo. Então, se o médico prescreveu que o antibiótico seja consumido por 7 dias, o ideal é tomá-lo por 7 dias, não por 5, mesmo que os sintomas já tenham desaparecido.

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