QI: O que é Quociente de Inteligência?

O termo QI quer dizer quociente de inteligência e no século passado ficou famoso por analisar a capacidade de resolver problemas dominando o raciocínio, hoje conhecido como inteligência lógico matemática.

No que é usado o QI?

Esse termo foi utilizado para mensurar o nível de inteligência de um grupo de pessoas dividindo a idade cronológica (IC) e idade mental (IM), multiplicando o resultado por 100 eliminando a parte decimal do resultado.

Qual a classificação dos QIs?

Aos resultados seriam atribuídos valores melhores aos maiores resultados. Lewis Terman estabeleceu a classificação abaixo:


QI acima de 140: Caracteriza uma superinteligência classificada de Genialidade.

121 – 140: Inteligência muito acima da média.

110 – 120: Inteligência acima da média.

90 – 109: Inteligência normal (ou na média).

80 – 89: Apresenta dificuldade.

70 – 79: Apresenta muitíssima dificuldade.

50 – 69: Raciocínio Lerdo.

Muito se evoluiu em relação aos testes de QI como método para medir a inteligência no século passado. Hoje se aplicam testes mais específicos, levando-se em conta o histórico de cada um, suas preferências, habilidades e competências.

Não se usa a expressão QI e sim Avaliações das diferentes inteligências, habilidades e aptidões. Essas avaliações servem de parâmetros para que se utilize a avaliação diagnóstica e identifiquem-se as inteligências múltiplas. Há novas tabelas que destacam a superdotação e a debilidade. Conforme a classificação de Davis Wechsler:

QI acima de 127: Representa uma Superdotação, habilidade apresentada em pessoas raras. Ex.: Goethe, Leonardo da Vinci, Isaac Newton, Pascal, Ludwig Wittgenstein, Aristóteles, entre outros.

QI entre 121 – 127: Inteligência superior. Podemos citar aqui Napoleão, Cortez, Madonna, Hitler, típico intelectual.

QI entre 111 – 120: Inteligência acima da média. Média dos graduados numa boa universidade, tipo PhD.

QI entre 91 – 110: Inteligência média. Aqueles que se saem bem em seus estudos.

QI entre 81 – 90: Embotamento ligeiro. Simplório, mas convive bem socialmente.

QI entre 66 – 80: Limítrofe. Consegue pouco nos estudos.

QI entre I entre 51 – 65: Debilidade ligeira. Realiza atividades simples e repetitivas.

QI entre 36 – 50: Debilidade moderada. Realiza tarefas simples.

QI entre 20 – 35: Debilidade severa. Realiza tarefas simples, mas requer supervisão.

O que significa um QI baixo?

QI abaixo de 20: Debilidade profunda. Pouco desempenho nas tarefas.
Conhecer alguém com QI elevado não é algo difícil. Ele pode estar em nosso meio social, ser colega de escola, trabalho, vizinho. Quem de nós nunca ouviu falar de Roger Rocha Moreira, integrante do grupo Ultrage a Rigor. Pois é, ele possui um QI de 172. Enquadra-se na lista dos superdotados.

Roger aos três anos aprendeu sozinho a ler e escrever. Outros famosos citamos aqui: Jayne Mansfield, símbolo sexual produzido para fazer frente a Marilyn Monroe, tinha QI de 163. James Woods, ator, tem QI avaliado em 180. A atriz Sharon Stone foi precoce nos estudos e entrou na universidade aos 15 anos de idade e tem QI de 154.

Outros exemplos de pessoas com QI elevado:


Al Gore, norte americano, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2007, com QI de134;

Albert Einstein, físico criador da famosa teoria da relatividade com QI = 160;

Bill Gates, dono de uma das maiores fortunas do mundo e fundador da Microsoft tem QI = 151.

A inteligência humana precisa de estímulos constantes para que acompanhe o crescimento cronológico natural de todos. Uma criança dita superdotada pode se tornar um adulto normal; a criança superdotada poderá não ser um adulto extraordinário. Portanto, estímulos precisam ser frequentes na vida de todos independentemente da idade, condição social e seu modo de vida.

De onde são os maiores QI do mundo?


Richard Lynn (ANO), especialista em etnias e inteligência cita dez países com o QI médio mais alto do mundo. Observe a nossa posição:

1º. Coreia do Sul: 106 QI médio
2º. Japão: 105
3º. Taiwan: 104
4º. Cingapura: 103
5º. Áustria: 102
6º. Alemanha: 102
7º. Itália: 102
8º. Holanda: 102
9º. Suécia: 101
10º. Suiça: 101
45º. Brasil: 87

Apesar de o Brasil ter um nível de QI mediano, estudos comprovam que o nível de QI da população jovem do nosso século tem aumentado e a relação com o final do século anterior já é grande. Isso se deve a vários fatores deste mundo moderno.

Fatores que contribuem para o desenvolvimento de nossa inteligência estão entre os listados abaixo.


-Desafios diários a que estamos expostos.
-Estímulos visuais.
-Facilidades de acesso a informações.
-As famílias se tornaram menores; pais com menor quantidade de filhos. Isso permite melhor atenção.
-O trabalho exige maior esforço mental, facilitando o exercício da memória frequentemente.
-Lazer orientado e estimulante, com utilização das mídias eletrônicas melhora a concentração.
-As mudanças ocorridas em ambientes escolares; as aulas interativas e com recursos estimulantes são as preferidas dos alunos.

Leituras regulares, conversas informais, uso da tecnologia como uma simples consulta na internet ou responder a um e-mail, viagens, passeios, podem ajudar a manter seu cérebro ativo.

Percebemos grande atividade nas crianças contemporâneas; elas manipulam eletrônicos com grande facilidade, operam computadores, celulares, manuseiam controles remotos, falam por Skype, usam MSN, etc. Interagem o real e o mundo virtual. E com toda essa informação a seu dispor exercitam a memória, ficando cada vez mais espertas e consequentemente com um QI cada vez mais alto.

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