Tratamento Homeopático da Disritmia Cerebral Não-Convulsiva

A disritmia cerebral, “latu sensu” – ou seja, toda alteração de ritmo e intensidade da pulsação neuroelétrica do sistema nervoso central – tem uma incidência bastante alta na população em geral. Mesmo se focalizarmos só a disritmia convulsiva, encontramos autores que afirmam que essa síndrome aparece no intervalo de 4 a 6% da população.

O tratamento atual dentro da medicina alopática é na base de substâncias que conseguem deter ou diminuir as crises convulsivas, mas que de outro lado reduzem a capacidade de trabalho em virtude da sonolência que ocasionam. Nesses casos, o mal menor – a sonolência – é um preço razoável a ser pago pelo paciente, pois cada crise convulsiva determina uma pequena hemorragia no sistema nervoso, o que se muito repetido pode levar ao deterioro mental e à morte. Já nas chamadas “disfunções cerebrais mínima os sintomas disrítmicos, muitas vezes, não incomodam os portadores o bastante para levá-los a pensar em tratamento médico ou a aceitar doses pequenas de medicamentos fortes que os deixam sonados”.

Foi tentando ajudar os nossos clientes, cujas queixas principais eram de ordem psicológica, e que nos procuraram para fazer psicoterapia, que começamos a utilizar o PMK e dados específicos de anamnese para estabelecer um diagnóstico de disritmia não-convulsiva e sugerir um tratamento homeopático, paralelo ao processo de terapia.

Os dados de anamnese considerados indicadores de disritmia não-convulsiva e que tiveram confirmação pelos sinais específicos de disritmia no PMK foram: sonilóquios, ranger de dentes durante o sono, sonambulismo, agressividade exagerada diante de estímulos ou situações que não comportariam tal intensidade de reações, enxaquecas, falhas de atenção e memória que, em alguns casos, sugeriam pequeno mal e sensação de desmaio. Em geral, os clientes apresentavam no mínimo dois desses sinais.


Conceituação atual da cura pela homeopatia

A homeopatia é uma arte médica cuja origem histórica atribuiu-se a Hipócrates. Médico grego que viveu há mais de dois mil e seiscentos anos, ele cunhou o célebre “o semelhante cure o semelhante”, princípio analógico de cura de difícil compreensão para mentes racionais. Só recentemente, com as descobertas da física subatômica, é que se tem formado um novo fundamento conceitual bem ao gosto dos racionalistas e organicistas para explicar a cura homeopática.

A homeopatia se baseia na experimentação do remédio, criada por Samuel Hahnemann no século XIX. Ele descobriu que quando uma pessoa sã ingere uma substância que nela ocasiona determinados sintomas, essa substância será um remédio homeopático para sintomas morbosos semelhantes aos produzidos na pessoa sã.

No preparo do remédio homeopático, há dois aspectos fundamentais: a diluição infinitesimal e a sucussão, que consiste em um efeito de energia mecânica sobre o remédio. A cada diluição, é feita uma sucussão – 100 batidas sobre o vidro contendo 2/3 de solução do remédio.

A física subatômica moderna explica o efeito curativo do remédio homeopático pela ressonância frequencial. Qualquer sistema total organizado como os seres vivos se mantém organizado pelo predomínio da homeostase sobre a entropia. A doença pode ser entendida como uma modificação vibratória do ser vivo, e o remédio homeopático é um estímulo vibratório que determina a volta do organismo vivo ao padrão frequencial vibratório no qual há predomínio da homeostase.

Quando o remédio homeopático é preparado, graças à sucussão, o padrão vibratório do medicamento passa às moléculas de hidroálcool e, por assim dizer, nelas fica “impresso”, o que permite que o frequencial vibratório continue a passar em soluções que já não têm moléculas do medicamento, e que no entanto, agem eficazmente porque é o padrão de ressonância frequencial que opera a cura.3


Sinais de Disritmia no PMK


Os sinais de disritmia proposto pelo autor do teste Dr. Emílio Mira López são:


-Nos lineogramas: alterações bruscas do comprimento linear e sacudidas laterais (pouco frequentes).
-Nos zigue-zagues: flutuações bruscas de lados e ângulos consecutivos: perda da configuração, que em certos casos passa a ter três lados.
-Nos círculos: alterações bruscas do diâmetro dos círculos, bastante raras.
-Nas cadeias: alterações bruscas dos diâmetros dos elos.
-Nas paralelas: alterações bruscas do comprimento de paralelas consecutivas e alterações de distâncias entre elas.
-Nos Us: alterações da configuração (o U vira L em um ou mais movimentos) e sacudidas laterais ou verticais que alteram levemente o formato dos Us.


Em 1972 introduzimos medidas dos sinais disrítmicos nos zigue-zagues e nas paralelas que foram publicados em nossa monografia “Diagnóstico da Disritmia no PMK”, mas na atual investigação, por se tratar de casos leves de disritmia, somente adotamos a interpretação qualitativa.

A pesquisa sobre o emprego de remédios homeopáticos teve a supervisão médica de Soraia Cristina Rojas e foi motivada pelo aparecimento, em nosso consultório, de clientes que aliavam a distúrbios psicológicos alguns dos sinais de disritmia não-convulsiva já enumerados.

Feito o primeiro PMK com finalidade diagnóstica e havendo confirmação da disritmia cerebral, o cliente, se concordasse, receberia a orientação para uso de remédio homeopático, atendendo ao princípio de que o remédio empregado deveria abranger não só os sintomas disrítmicos, como também as características psicológicas e fisiológicas do indivíduo.

Depois do primeiro teste, estipulamos prazos de três a seis meses para a repetição do PMK. Isso permitiria verificar, em prazo relativamente curto, as modificações nos sintomas revelados pelos clientes e as modificações encontradas nos traçados dos testes.

Escolhemos para apresentar nesta pesquisa quatro casos com sintomas disrítmicos não-convulsivos nas anamneses, que receberam remédio homeopático sem submeter-se a psicoterapia, além de oito casos que relataram sintomas disrítmicos nas anamneses, receberam medicação homeopática e foram submetidos a processos psicoterápicos.

Nos casos em que foi usado remédio homeopático em paralelo com psicoterapia, fica impossível definir quais as remissões sintomáticas devidas a cada ação terapêutica. Já nos casos medicados com homeopatia, isso pode ser afirmado de maneira mais acentuada, porém não taxativa, pois não temos condições de saber até que ponto mudanças no entorno afetivo dos clientes provocaram modificações nos sintomas disrítmicos.

É muito conhecido por neurologistas e psicoterapêutas, o efeito potencializador de distúrbios emocionais sobre a disritmia cerebral; de outro lado, sabe-se do efeito positivo do processo psicoterápico sobre sintomas disrítmicos uma vez que, no transcurso da psicoterapia, há diminuição progressiva da habilidade das emoções e também da freqüência e intensidade das manifestações disrítmicas.


Procedimentos utilizados na pesquisa

Todos os clientes foram atendidos em nosso consultório particular, onde realizamos a entrevista inicial, a aplicação dos PMKs, as entrevistas de acompanhamento e o processo de psicoterapia. Coube à psicóloga Valéria Pellicioto, a mensuração dos testes utilizando as medidas de disritmia por nós propostas e publicadas no livro “Diagnóstico da Disritmia no PMK”, em 1977.

Só no caso da criança que começou o tratamento homeopático com nove anos, recebemos informações da mãe. Em todos os outros, as informações colhidas nas entrevistas de acompanhamento foram dadas pelos próprios clientes.
Aplicamos os testes em forma reduzida, de cinco folhas, usando lineogramas, zigue-zagues, escadas (sem círculos), paralelas egocífugas e Us verticais e paralelas egocípetas e Us sagitais.

Como foi frisado antes, só admitimos dentro dessa pesquisa, tratamento homeopático de disrítmicos não-convulsivos.

Para a demonstração das variações quantitativas dos PMKs, subtraímos de cada uma das medidas de disritmia, verificadas no primeiro PMK, as constatadas nos testes aplicados posteriormente. Obtivemos resultados nulos, resultados positivos quando a medida da disritmia no primeiro teste foi superior à dos testes subseqüentes e negativos, quando a medida da disritmia foi superior nos testes subseqüentes à do primeiro PMK; esse último caso mostra que a disritmia aumentou com o correr do tempo, negando a diminuição esperada pelo remédio homeopático ou pela ação conjunta da homeopatia e do processo de psicoterapia.

Quando a diferença entre o primeiro PMK (T1) e o subseqüente (T2, T3 ou T4) é igual a 0 (zero), 1 ou -1, considera-se o resultado não-significativo.
Apresentação dos doze casos da pesquisa. Casos tratados com remédio homeopático sem processo de psicoterapia.

Caso nº 1

Identificação – sexo feminino; 35 anos; solteira; terceiro colegial; destra.

T1 em 10/09/81 – T2 em 01/03/82.

Queixa: “Desligamentos” passageiros; em certas ocasiões sentia que iria desmaiar, em outras era muito agressiva.

Tomou Lachesis C 30 durante um ano e seis meses, até a aplicação do segundo PMK; declarou sentir menor ansiedade e impulsividade.

No momento da aplicação do segundo teste, a cliente relatou estar menos agressiva, menos “desligada” e menos inquieta interiormente. Na comparação de T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 4 medidas e um aumento em 8 medidas.

Caso nº 2

Identificação – sexo masculino; 52 anos; casado; instrução primária; destro; industrial e fazendeiro.

T1 em 26/07/87 – T2 em 15/07/88.

Queixa: Agressividade, impulsividade.

No segundo PMK, apesar de estar vivendo situação conflitiva com a esposa, aparecem sinais disrítmicos menos intensos do que no primeiro. A agressividade e a impulsividade diminuíram, conforme o depoimento da esposa.

Tomou Stramonium C 30 até o segundo teste.

Na comparação de T1 e T2 observamos uma diminuição da disritmia em 6 medidas, um aumento em 5 medidas e uma medida considerada nula.


Caso nº 3

Identificação – sexo masculino; 9 anos; segundo ano do primeiro grau; destro.

T1 em agosto de 83 – T2 em maio de 84 – T3 em junho de 85 – T4 em junho de 86.

Queixa: Foi trazido pela mãe ao consultório, devido a impulsos de agressividade tanto em casa como na escola. Chegou a pegar uma faca para agredir a irmã. Sumamente distraído e desinteressado na escola, mas mostrava compreensão adequada quando o assunto lhe interessava.

Tomou Stramonium C 30 até o quarto PMK.

Na oportunidade do segundo teste, a mãe relatou que a agressividade tinha diminuído muito; mais controlado, o paciente continuava tendo dificuldade para enfrentar frustrações, porém bem menos. Nunca mais pegara faca para ameaçar. Demonstrava e solicitava melhor o afeto.

Em junho de 85, a mãe informou que estava agitado, não conseguia mais se adaptar à escola. Enfrentava a professora e estava para ser expulso. Teve um sonho no qual apareciam peixinhos coloridos que se reproduziam tanto, que no fim iam devorá-lo.

Passou a tomar Stramonium C 200, a cada 15 dias uma dose; Lachesis, uma dose a cada 15 dias, intercalada com Stramonium e Cuprum C 30.

Em junho de 86, a mãe informou que o filho estava numa escola nova e bem adaptado. Não tivera mais explosões agressivas.

Foi indicada a continuidade da mesma medicação. Não houve nenhuma outra oportunidade de seguir o acompanhamento do caso.

Pelo que mostram os sucessivos PMKs e os depoimentos da mãe, houve um real progresso na evolução do caso, que pode ser atribuído à medicação homeopática.

Na comparação de T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 7 medidas, um aumento em 4 medidas e uma medida considerada nula.

Na comparação de T1 e T3, notamos uma diminuição da disritmia em 7 medidas e um aumento em 5 medidas.

Na comparação entre T1 e T4, constatamos uma diminuição da disritmia em 9 medidas e um aumento em 3 medidas.

Caso nº 4

Identificação – sexo feminino; 15 anos; solteira; terceira série ginasial; destra.

T1 em 24/04/78 – T2 em 16/01/80.

Queixa: O motivo da aplicação do PMK nessa adolescente foi dificuldade de coordenação de movimentos, troca de letras na escrita, embora tivesse feito tratamento para dislexia de evolução dos 9 aos 12 anos.

Segundo a mãe, o tratamento homeopático teve resultado positivo; desapareceu a troca de letras e a paciente ficou menos impulsiva.

Tomou Lachesis C 30 e Cuprum C 30 até a segunda aplicação do PMK.

Na comparação entre T1 e T2, encontramos diminuição de disritmia em 3 medidas, aumento em 4 e resultados considerados nulos em 5 medidas.

Casos em que houve psicoterapia e tratamento homeopático simultâneos.


Caso nº 5

Identificação – sexo feminino; 31 anos; casada; curso superior completo; destra.

T1 em 04/11/85 – T2 em 31/03/89.

Queixa: Enxaquecas; quando atrasa a menstruação fica com dor de cabeça.

Fala enquanto dorme; é impulsiva.

No que se refere aos sintomas de enxaqueca e sonilóquio, melhorou bastante depois do segundo teste. E essa pessoa viveu um conflito muito grande com o marido, aparecendo, na época, sintoma de enxaqueca mais intenso e um sintoma novo; contracturas espasmódicas. Esses sintomas melhoraram com a indicação de cafeína por um neurologista.

Tomou Kali Bromatum C 30.

Na comparação de T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 5 medidas, um aumento em 5 medidas e 2 medidas de diferenças consideradas nulas.


Caso nº 6

Identificação – sexo feminino; 25 anos; solteira; curso superior completo; destra.

T1 em 31/08/88 – T2 em 06/12/88.

Queixa: Tonturas entre 8 e 10 anos de idade: rangia dentes, tinha pesadelos e acordava gritando e chorando. Quando acontece a tontura, percebe que tudo gira e sente que vai cair. Desde pequena teve disritmia. Teve desmaio no carnaval de 88.

Na ocasião do segundo teste, disse estar mais calma, tendo diminuído as tonturas. No último mês sentiu duas tonturas leves, mas sem desmaio; na verdade, não foram tonturas: é como se tivesse a cabeça no ar.

Na comparação entre T1 e T2, observamos uma diminuição de disritmia em 5 medidas, um aumento em 5 medidas e 2 medidas consideradas nulas.


Caso nº 7

Identificação – sexo feminino; 25 anos; solteira; curso superior completo; destra.

T1 em 10/08/85 – T2 em 09/11/87.

Queixa: Dificuldade em articular algumas palavras que, quando criança era maior; range dentes; tem pesadelos e fala enquanto dorme. Em 1987, no terceiro teste, afirmou ter deixado de ranger dentes; sente-se mais calma; deixou de falar enquanto dorme.

Atualmente está tomando o mesmo medicamento: Cuprum C 30 e Lachesis C 30.

Na comparação entre T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 6 medidas, um aumento em 2 medidas e 4 medidas consideradas nulas.
Na comparação de T1 e T3, verificamos uma diminuição da disritmia em 5 medidas, um aumento em 4 medidas e 3 medidas consideradas nulas.

Caso nº 8

Identificação – sexo masculino; 30 anos; curso superior completo, casado; canhoto na infância, depois foi contrariado.

T1 em 08/12/87 – T2 em 03/08/88.

Queixa: Dor de cabeça, contra a qual costumava tomar Tonopan; mais tarde, a mistura de Tonopam com bebida alcoólica acarretou-lhe uma crise que o levou à internação psiquiátrica. Esse comportamento foi interpretado pelo psiquiatra como tentativa de suicídio.

Tomou Lachesis C 30 e Kali Bromatum C 30.

Declarou no segundo teste: “Estou muito bem, melhor não dá para ficar”.

Melhorou muito o seu controle emocional no trabalho e no relacionamento familiar.

Na comparação de T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 6 medidas, um aumento em 4 medidas e 2 consideradas nulas.


Caso nº 9

Identificação – sexo feminino; 30 anos; solteira; segundo grau completo; destra.

T1 em 27/01/87 – T2 em 02/02/88.

Queixa: Era excessivamente agressiva, não segurava o que tinha para dizer aos outros. Na ocasião do segundo teste, afirmou que pararam os sintomas de explosividade, mas continua rangendo os dentes enquanto dorme; tem sensação de bolo gástrico.

Tomou Stramonium C 30, de 28/01/87 até 07/01/89.

Na comparação de T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 4 medidas, um aumento em 6 medidas e 2 medidas consideradas nulas.


Caso nº 10

Identificação – sexo masculino; 29 anos; curso superior completo; escreve com a mão direita e, algumas vezes, com a esquerda.

T1 em outubro de 86 – T2 em 08/09/87.

Queixa: Gagueira ocasional. Desorientação espacial; assistiu a um filme francês com legenda em português, na saída não sabia dizer onde estava.

Teve pequenas ausências.

Tomou Absinthum 3 vezes.

Na oportunidade do segundo teste, declarou melhora da gagueira e informou não ter sentido mais desorientação espacial. Na época, passava por uma fase depressiva.

Na comparação de T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 8 medidas e um aumento em 4 medidas.

Caso nº 11

Identificação – sexo feminino; 39 anos; divorciada; curso superior completo; destra.

T1 em 27/04/83 – T2 em 27/10/83 – T3 em 18/05/87 – T4 em 19/01/88.

Queixa: No primeiro teste, queixou-se de problemas no trabalho, não conseguia adaptar-se a situações de frustração, explodia.

Passou por processo de terapia até o final de 83. Depois mudou-se para Brasília, freqüentando as sessões terapêuticas ocasionalmente.

Em 1988 fez o último teste, pois estava sentindo taquicardia, tremor, hipoglicemia e queda de pressão. Declarou estar melhor da impulsividade e da falta de controle sobre a agressividade.

Em 83 tomou Stramonium. Em 87, mostrou sintomas fisiológicos como tonturas e taquicardia. Foi indicado Kalium Carbônico C 7.

Na comparação entre T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 5 medidas, um aumento em 6 medidas e uma medida considerada nula.

Na comparação de T1 e T3, percebemos uma diminuição de disritmia em 3 medidas, um aumento em 5 medidas e 4 medidas consideradas nulas.

Caso nº 12

Identificação – sexo masculino; 44 anos; separado; curso superior completo; destro, porém usa a mão esquerda para muitas coisas.

T1 em 02/09/88 – T2 em 21/03/89.

Queixa: Range os dentes; teve de colocar placas nos incisivos. É muito impulsivo; fala enquanto dorme.

Foram indicados Lachesis C 200, uma dose e Stramonium C 30.

Solicitamos exame eletroencefalográfico e exame clínico, com resultados normais.

Na ocasião da segunda aplicação, já declarara estar sentindo a impulsividade e a agressividade controladas.

Na comparação de T1 e T2, observamos uma diminuição da disritmia em 2 medidas, um aumento em 7 medidas e 3 medidas consideradas nulas.

Embora os resultados quantitativos não permitam afirmar que os remédios homeopáticos tenham contribuído de forma clara para a remissão dos sintomas disrítmicos, consideramos que este trabalho aponta uma linha muito válida de pesquisa. E entendemos que, se pudermos melhorar a escolha do remédio homeopático para um “simillium”, ou remédio melhor adequado para cada cliente nessas condições, o efeito da homeopatia na disritmia não-convulsiva será admitido como um valioso coadjuvante do processo psicoterápico, determinando que, em prazo mais curto, o cliente fique livre de sintomas e comportamentos indesejáveis.

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