Um novo olhar para o cuidar e educar da educação infantil

Um novo olhar para o cuidar e educar da educação infantil

O presente artigo tem por objetivo apresentar reflexões sobre as relações entre o cuidar e o educar na educação infantil e suas implicações na formação inicial de profissionais na Educação Infantil. Assim, buscaremos descobrir a relação dos educadores de escolas com a proposta pedagógica na educação infantil. A realidade tem mostrado as dificuldades instaladas ao longo de décadas de uma prática nas instituições de educação infantil, em que cuidar remete à ideia de assistencialismo e, educar à de ensino/aprendizagem.


Buscamos discutir a questão principal partindo do pressuposto: será que os educadores estão cumprindo seu papel de cuidar e educar dentro dos espaços das escolas e porque alguns não desenvolvem a prática pedagógica e se acomodam exercendo somente o cuidar?


A pesquisa tem como objetivo compreender, e refletir sobre as práticas assistencialistas ainda existentes em creches e escolas, melhorar a qualidade no atendimento para o reconhecimento e valorização dos educadores entrevistados.


Os objetivos específicos estão respaldados em:

  • Identificar a natureza das relações do cuidar e o educar;
  • Analisar o histórico e evolução da educação infantil referente ao cuidar e educar;
  • Observar e comparar as concepções dos educadores em relação à verdadeira função da escola.

A pesquisa será embasada no (RECNEI, 2008), pois concebem a qualidade de ensino desse nível de ensino, tornando se referência para orientar as práticas pedagógicas. De acordo com o MEC (1995), os critérios para atendimentos em creches primeiramente devem respeitar os direitos fundamentais de todas as crianças envolvidas nesse meio.

Conforme consta na Lei de Diretrizes e Bases 9.394, art. 29° a educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. Essa lei evidencia o comprometimento com os educadores, pais, comunidade e poder público.


Diante disso, a escolha deste tema surgiu quando comecei a trabalhar em uma escola municipal, no município de Cuiabá. Antes de começar a trabalhar não sabia qual era papel das escolas, depois com a convivência e a experiência, pude perceber a ação do cuidar e educar.

O mundo em que vivemos passa por diversas modificações, e uma das maiores preocupações é o que diz a respeito da educação, principalmente na educação infantil que a criança está em processo de construção de conhecimento. E na correria do dia a dia os pais colocam seus filhos nas escolas, alguns se preocupam com os filhos se estão e boas mãos, e se estão cumprindo com o papel pedagógico com base nas leis do direito da criança. E a cada dia que passa as exigências no mercado de trabalho aumentam, e muitos não têm condições de pagar escolas particulares e optam pela escola confiando na competência da gestão escolar.


Assim investigaremos a consciência do profissional com relação à atuação dos professores e de técnicos de desenvolvimento infantil (TDIs) . Essa pesquisa será através de entrevistas com os Professores e Técnicos de Desenvolvimento Infantil. Surge também interrogações como futura Pedagoga.


O intuito maior é compreender as concepções dos educadores referentes ao cuidar e educar na educação infantil. A fim de contribuir para os educadores, para que o trabalho nas creches não continue no cuidado e assistencialismo.


Metodologia



O tipo de pesquisa utilizado foi à pesquisa de campo, que procede a observação de fenômenos juntamente com a análise de dados com fundamentação teórica, objetivando sua compreensão, explicação do problema pesquisado. Os objetivos propostos nesta pesquisa são de cunho qualitativo.


Os sujeitos participantes foram selecionados com critério de estar atuando em creche no mínimo há um ano. A entrevista foi realizada com 3 (três) Professores e Técnicas de Desenvolvimento Infantil, em uma escola municipal da cidade de Cuiabá.


A coleta de dados foi feita com perguntas abertas, designadas aos educadores. Com a pretensão de estimular os entrevistados a desenvolver projetos que estimulem a ação do cuidar e educar.


As entrevistas ocorreram no local de trabalho com as seguintes questões: Qual a sua formação? E há quanto tempo trabalha como Professor e Técnico de Desenvolvimento Infantil? Qual é sua função dentro da escola? O que significa o cuidar e educar para você? É possível cuidar e educar ao mesmo tempo? Por quê? O que você poderia fazer como educador para melhorar o reconhecimento e a valorização da verdadeira função da escola?


As entrevistas foram transcritas para o papel, respeitando a autenticidade da fala de cada um.

Com o objetivo de compreender, e refletir sobre as práticas assistencialistas ainda existentes em escola e melhorar a qualidade no atendimento para melhor reconhecimento e valorização dos educadores entrevistados. Foram realizadas em uma única vez pela pesquisadora desse estudo, ocorreu em 19 de novembro de 2012.


Em nenhum momento durante a entrevista foi solicitado o nome dos participantes por motivo de anonimato do pesquisado.

Referencial teórico


A pesquisa partiu de estudos de grandiosos autores como: Paulo Freire (1996), Eulália Bassedas (1999), Teresa Huguet (1999), Isabel Solé (1999), e o RECNEI (2008). Esses autores contribuíram teoricamente com o tema abordado.


Uma outra fonte de pesquisa foi a LDB (Leis de Diretrizes e Bases da Educação) documento de suma importância para educação, que passa por reformulações para atender a educação infantil desde a primeira etapa da educação básica, com a ?nalidade do desenvolvimento integral da criança. Já no titulo VI ressalta a importância dos profissionais da educação, com ênfase na formação para atuar dentro da sala de aula.


Paulo Freire apontou no livro “Pedagogia da Autonomia” a necessidade da formação do docente, juntamente com a prática reflexiva. Sua preocupação de educador, destacando o leitor à criticidade.


Eulália Bassedas, Teresa Huguet, Isabel Solé, em aprender e ensinar á educação, um livro útil de reflexão, análise da prática com ênfase em planejamento, destacando como ferramenta de organização para o educador.


Por fim, na tentativa de compreender o cuidar e o educar na educação infantil a fonte utilizada foi o RECNEI 2008, volume 1 e 2 que concebem a qualidade de ensino desse nível de ensino, tornando se referência para orientar as práticas pedagógicas.


Histórico da educação infantil


As creches e pré-escolas surgiram a partir da revolução industrial. Com a necessidade de um lugar fora do lar, para as crianças. Outro fato que deve ser lembrado é que para alguns naquela época, essas instituições iriam proporcionar conforto e segurança contra as influências negativas. Podemos dizer então que as creches surgiram a partir de mudanças econômicas, políticas e sociais que ocorreram na sociedade.


E com as mulheres no mercado de trabalho, as famílias foram se organizando, com um novo papel da mulher e com isso a necessidade de ter um lugar para deixar as crianças aumentou.

A trajetória da creche foi marcada pelo assistencialismo, durante muito tempo para abrigar crianças, a preocupação era somente com a higiene. Depois de muitos movimentos sociais e reivindicações na década de 80, chegaram à conclusão que as creches visavam o pleno desenvolvimento das crianças. Finalmente a constituição de 1988 reconhece como direito da criança e dever do Estado o acesso à educação com creches e pré-escolas.


Formação do educador infantil


O profissional da educação infantil tem que gostar do que faz ter competência com planejamentos, trabalhar com conteúdos de naturezas diversas e com os cuidados básicos.


O mundo passa por diversas modificações e exige qualificação no mercado de trabalho. O educador deve estar sempre com seus conhecimentos atualizados. Compete a ele uma participação integral na gestão da instituição.


A formação do educador na educação infantil é um direito das crianças e dos próprios educadores.

A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal. (LDB-9394/96 TITULO VI, ART.62)


A formação de docentes para trabalhar em escolas deve ter nível superior e os Técnicos de Desenvolvimento Infantil o magistério. Significa um avanço na educação, antigamente qualquer indivíduo sem formação poderia trabalhar nas instituições de ensino, principalmente nas creches, a preocupação evidenciava somente o cuidado aos pequenos.


Perfil do profissional da Educação Infantil


As atuais reflexões em relação ao papel do adulto na educação de crianças pequenas estão incluídas na LDB (Lei de Diretrizes e Bases), na nova concepção de creche e pré – escola.


A função do profissional da educação infantil vem passando por diversas modificações e reformulações ao longo do tempo. Estudo sobre a concepção da criança vem determinando a formação do educador infantil.


O profissional deve estar atento às mudanças e a diversidades das crianças com as quais trabalham, para atender com qualidade no desenvolvimento integral.


Como dizia FREIRE, em Pedagogia da Autonomia, pg. 35: ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação.


Significa que para ensinar o educador deverá aceitar as mudanças decorrentes do dia a dia e amparar qualquer tipo de discriminação.

O professor da educação infantil precisa de mais formação continuada para ser reconhecido socialmente e garantir aprendizagens eficazes.


O cuidar e educar como elementos articuladores da ação pedagógica


De acordo com a lei de diretrizes e bases da educação nacional (LDB), o cuidar e o educar devem agir em conjunto, juntamente com a equipe pedagógica da instituição. Assim garantido uma forma integrada, nas metodologias aplicadas.


Art. 5º A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, é oferecida em creches e pré-escolas, as quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social.(Resolução CNE/CEB 5/2009. Diário Oficial da União de Brasília,18 de dezembro de 2009, Seção 1, p. 18.)


Com base na resolução do art. 5° a educação infantil deve ser oferecida em creches para crianças de 0 á 3 anos e pré- escolas de 4 a 5 anos. Antigamente as creches se preocupavam em somente abrigar crianças, sem nenhum intuito de aprendizagem. Após varias reivindicações, reconheceram a necessidade de acrescentar o educar em creches e pré-escolas.

Representa um avanço na qualidade de ensino da educação infantil, com ênfase em incluir o educar, garantindo melhoria na proposta pedagógica e suprindo as exigências dos novos desafios da educação.


Existem duas concepções que devem ser articuladas nas instituições (escolas) como:


Compreender o cuidar, na dimensão institucional, é estar atento aos movimentos das crianças, prevenindo para que nada de mal aconteça. Por outro lado o cuidar preocupa-se também nos aspectos que fazem parte da necessidade do individuo, como alimentação, saúde, segurança e afetividade.


Conforme definição da língua portuguesa cuidar significa: imaginar, meditar; cogitar. 2.julgar, supor. T.i. 3.cuidar (2). 4. aplicar à atenção, o pensamento, a imaginação. 5.ter cuidado (2). 6. fazer os preparativos. 7. cuidar (2). P.8. Prevenir se. 9. ter cuidado consigo mesmo. (FERREIRA, Aurélio Buarque de Olanda, 1910-1989 miniaurelio século XXI escolar: o minidicionario da língua portuguesa. 4. ed.rev.ampliada.-Rio de Janeiro: Nova Fronteira,2000.)

Implica, dessa forma, em fazer o melhor para criança, de acordo com a necessidade de cada um. O termo cuidar é responsabilidade, dedicação. Os profissionais envolvidos se encarregam de estar atentos ás atitudes e procedimentos tomados dentro da instituição.


O cuidado na UEI (Unidade de Educação Infantil) deve-se basear nos princípios da preservação da vida para um mundo melhor relevando o seu contexto sociocultural.


Um educador de qualidade respeita as necessidades de cada criança, quando ouvidas, interpretadas e respeitadas as tomadas de decisões procedimentais são feitas com sucesso.


O cuidar está interligado a tudo o que acontece no dia a dia na escola, desde a alimentação, até a segurança. Na hora da refeição todo cuidado é pouco. A atenção nos atos que a criança faz como não jogar o alimento fora, cuidar para que o outro colega não pegue sua refeição e observar e incentivar as crianças na alimentação são pequenas coisas, mas que fazem parte do seu desenvolvimento integral.


O educar se refere ao aprendizado da criança. Fator esse que contribui para o processo de formação, juntamente com o cuidar. A família e a instituição é a base para educá-lo, aspectos esses que devem se unir para um bom resultado.


Na tendência cognitiva de trabalho na educação infantil a criança concebida como um ser construtor, que pensa e, como tal, constrói seu conhecimento, reinventa conteúdos, aprende a partir da interação que estabelece com o meio físico social desde o seu nascimento, passando por diferente estagio de desenvolvimento com isso o professor tem que ter bastante conhecimento sobre o cognitivo infantil.


Ensinar a criança a conhecer, a cuidar de si, a explorar o ambiente é uma forma de educar. Mostrar para as crianças as transformações que ocorrem no mundo, é colaborar com o ensino e aprendizado, uma ferramenta fácil, principalmente quando usado os fatos vivenciados no dia a dia.


Análise e Discussão


Esta pesquisa foi realizada em uma escola municipal de Cuiabá, Mato Grosso. Esta instituição atende crianças de quatro e cinco anos. Atualmente atende 100 crianças, com duas salas no período matutino e duas no período vespertino. O diretor da escola foi educado e entendeu a preocupação a respeito do assunto abordado na pesquisa.


A escola conta com 04 professores e 02 técnicos de desenvolvimento infantil, onde em cada sala ficam oito técnicos em cada período com aproximadamente 25 crianças. Na sala onde foi feita a entrevista conta com quatro educadoras que já possuem Pedagogia, as outras 2 estão cursando. Sendo uma efetiva, e cinco contratadas pela prefeitura de Cuiabá.


Ao entrar na instituição com o questionário as educadoras ficaram assustadas, perguntaram o porquê da entrevista, foi explicado e concordaram em responder o
questionamento. Não aconteceu nenhum tipo de interferência durante a pesquisa.


Primeiramente foi observado o Plano Político Pedagógico da instituição, onde se encontra em atualização, pelos educadores e demais funcionários da escola. Muito bem elaborado, mas falta fazer alguns ajustes.


De acordo com resolução de Brasília, as creches se caracterizam por ambientes não domésticos, mas instituições onde se desenvolvem o cuidar e educar tantos públicos ou privados.

Na educação infantil existem dois aspectos articulados, o cuidar e o educar e devem ser compreendidos com a prática, focalizando o atendimento às necessidades físicas, emocionais, afetivas, cognitivas e sociais de forma integrada.


Já a educadora 3: Cuidar de crianças especiais, entende-se que ela somente cuida, não educa , e trabalha com crianças há 02 anos. Muitos não conhecem sua função e não se valorizam e a mesma disse que os pais as consideram como babás.


Para que haja sucesso em qualquer tipo de instituição, a proposta pedagógica é á identidade da instituição, construída coletivamente e concretizada em um bom planejamento. Serve como uma referência para instituição não podendo ser encarada como uma lei rígida que tem que ser seguida. Deve ser flexível e de acordo com a realidade e a necessidade do aluno, devendo considerar as orientações contidas no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RECNEI).


Considerando a dimensão histórica, sobre a educação de crianças até os cinco anos de idade, adotou se três princípios básicos, a saber: éticos, políticos e estéticos.


Art. 6º As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar os seguintes princípios:


I – Éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades.


II – Políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática.


III – Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais.


Esses princípios devem orientar as práticas educativas, com o objetivo de construção de uma sociedade democrática e justa, dando ênfase à valorização da construção de identidades.

Uma atenção particular deve ser voltada para as crianças com necessidades especiais que, devido ás suas características peculiares, estão mais sujeitas á discriminação. Ao lado dessa atitude geral, podem criar situações de aprendizagem em que a questão da diversidade seja tema de conversa de trabalho. (RECNEI 2008, vol. 2, pág.41)


Implica o educador saber trabalhar com criatividade e incluir a criança especial juntamente com as outras crianças, criando situações de aprendizagens com os recursos que a escola favorece.

O domínio da fala diversifica as modalidades de interação, favorecendo o intercâmbio de idéias, realidades e pontos de vista. A observação das interações espontâneas revela o quanto as crianças conversam entre si. Não seria possível inventariar os possíveis temas de conversa, pois o repertório é infinito, refletindo vivências pessoais, desejos, fantasias, projetos, conhecimentos.


Por exemplo, ao conversarem sobre assuntos do universo familiar de cada um, todos os participantes se enriquecem, pela oportunidade de expressão e de contato com outras vivências. Dada a importância do diálogo na construção de conhecimento Para que a deliberação coletiva sobre regras de convivência seja transformada em conteúdo mais sistematizado, pode-se pensar no registro delas.


Dependendo a dificuldade do aluno especial, alguns jogos e brincadeiras de parque ou quintal, envolvendo o reconhecimento do próprio corpo, o do outro e a imitação, podem se transformar em atividades da rotina. Bons exemplos são “Siga o Mestre” e “Seu Lobo”3 , porque propõem a percepção e identificação de partes do corpo e a imitação de movimentos.


Considerações finais


Durante a pesquisa, foi observado que o cuidar e o educar são inseparáveis. Alguns educadores conhecem a verdadeira função da escola, cuidam e educam as crianças nas instituições. Algumas escolas ainda lutam com a dicotomia do assistencialismo.


Essa pesquisa foi enriquecedora, pois para as educadoras da escola de Cuiabá MT, que ficaram felizes com a entrevista, e será desenvolvido um projeto para que todos conheçam a função da creche e o binômio cuidar e educar, voltado para os educadores, comunidade e pais, melhorando assim a valorização do trabalho desenvolvido com as crianças dessa instituição.

Os debates apontaram à necessidade das escolas adotarem de forma integrada o cuidar e o educar, a fim de permear todo projeto pedagógico da instituição, com um único objetivo o desenvolvimento integral das crianças respeitando seus aspectos físicos, intelectual e social.


A respeito da formação do educador, precisa melhorar ainda mais, deve haver um comprometimento com a equipe gestora da instituição e elaborar um método para colocar em prática tudo que é falado nas reuniões de roda de conversa.


Para concluir com relação à entrevista feita, a equipe gestora deve se unir coletivamente, e estar por dentro do que acontece no dia a dia da escola, ver se o planejamento está sendo feito e executado.


Tudo isso contribui para o binômio cuidar e educar, pois o ser humano quando não é cobrado ele acaba se acomodando, não querendo sair da sua zona de conforto e ficando no comodismo e somente nas práticas assistencialistas.


Compete também ao poder público tomar consciência sobre as políticas públicas no que diz a respeito do direito à infância, para melhorar a forma de atendimento nas instituições de educação infantil.

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