Separe uma quantidade proporcional de horas para dedicar a cada matéria e, depois, estude-as de forma intercalada. Ex: estude matemática, depois português, então volte para matemática...
A partir deste processo, você evita a procrastinação e força a memória para relembrar dos tópicos estudados anteriormente.
Como o nome indica, neste método você é quem explica a matéria para você mesmo, lendo seu resumo em voz alta e relacionando outras informações com a leitura.
Assim, você trabalha tanto a memória quanto o raciocínio lógico, construindo uma linha de pensamento que capte tanto o tema lido quanto os assuntos conectados.
Lembra das frases para decorar elementos químicos? Ou dos trocadilhos para lembrar das fórmulas físicas? Estes são os métodos mnemônicos!
As palavras-chaves que retomam tópicos complexos também entram no método mnemônico. Essa técnica é melhor para a fixação a curto prazo — e é uma boa pedida para revisões em final de semestre ou vestibulares.
Este método procura direcionar a organização das informações, para facilitar sua assimilação, através da representação de ideias e conceitos desmembrados de um tema central.
Anote a ideia que será o tema central e, em torno dela, faça balões e derive ramificações para abranger os tópicos relacionados. Crie o número de ramificações que considerar necessário e, depois, estabeleça as subdivisões importantes.
Outro método supereficiente é recorrer a sua audição - ou seja: ouvir aquilo que você precisa aprender, como se fosse um podcast mesmo, gravado por você.
O ideal é ler os conteúdos em voz alta e gravar as leituras. Depois, é só ouvir quantas vezes quiser, até assimilar completamente o conteúdo!