A industrialização e o meio ambiente

A industrialização começou a acontecer na Inglaterra, na segunda metade do século XVIII. Houve uma grande mudança no processo de produção.

O que antes era produzido em pequena escala e de forma artesanal, começou a ser fabricado em grande escala. As máquinas começaram a fazer os trabalhos humanos.

Não se consumia mais só porque se precisava, a partir desse momento a população passou a consumir porque queria ter mais.

A industrialização se caracteriza pelo processo de desenvolvimento industrial em uma determinada localidade, cujo principal interesse é a substituição do modo de produção para maximização dos lucros. Esse fenômeno ocorre através da mecanização das atividades em substituição de algumas funções exercidas pelo homem, proporcionando uma produção em série e em grande escala.

O processo industrial consiste em um conjunto sistematizado de arte e ofícios de produção dentro de instalações (a fábrica), usando máquinas, energia e trabalho humano, que transforma e combina as matérias-primas para produzir uma mercadoria que será posta à venda.

O processo industrial hoje

Atualmente é por meio desse processo que compramos a maior parte do que possuímos. Mas esse processo trouxe alguns impactos ambientais.

Após a industrialização o problema da poluição que antes era restringida a alguns locais, passou a se tornar global.

Essa poluição global não é só em decorrência dos gases poluentes eliminados pelas indústrias, mas também porque após a revolução industrial o capitalismo passa a ser o modelo econômico adotado pela maior parte do mundo.

A configuração como país industrializado não reflete na realidade nacional, isso porque a industrialização não ocorre de forma homogênea no país, ou seja, ela se encontra irregularmente distribuída no território, onde algumas áreas são densamente industrializadas e outras praticamente desprovidas dessa atividade econômica.

O modelo econômico e a influência atual

Com esse modelo econômico o consumo passou a aumentar e como consequência a produção de lixo aumentou, as indústrias foram tomando o lugar da natureza, córregos foram canalizados para a passagem de asfalto, o homem passou a interferir na natureza para que o seu desenvolvimento acontecesse. A natureza passou por muitas alterações para que a indústria pudesse se desenvolver.

A industrialização é um processo que serviu para o desenvolvimento urbano da população mundial, mas por ter acontecido muito rapidamente tornou-se desorganizada e trouxe alguns sérios problemas ambientais.

Animais que antes moravam nas matas ficaram sem lugar para viver, pequenos vilarejos foram removidos e deram lugar a indústrias.

No Brasil existe uma lei que obriga os poluidores a indenizarem os danos ambientais causados por ele ao meio ambiente, independentemente se ele tem culpa ou não.

Política Nacional de Meio Ambiente

É a Lei 6.938, chamada de Política Nacional de Meio Ambiente e foi criada em 17 de janeiro de 1981. Considerando essa Lei, quem quiser construir ou aumentar a capacidade de uma indústria, deve primeiramente consultar um Órgão Ambiental para que o mesmo define se há ou não a necessidade de uma licença ambiental para as reformas.

A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana, atendidos os seguintes princípios:

I – ação governamental na manutenção do equilíbrio ecológico, considerando o meio ambiente como um patrimônio público a ser necessariamente assegurado e protegido, tendo em vista o uso coletivo;

II – racionalização do uso do solo, do subsolo, da água e do ar;

Ill – planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais;

IV – proteção dos ecossistemas, com a preservação de áreas representativas;

V – controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras;

VI – incentivos ao estudo e à pesquisa de tecnologias orientadas para o uso racional e a proteção dos recursos ambientais;

VII – acompanhamento do estado da qualidade ambiental;

VIII – recuperação de áreas degradadas;

IX – proteção de áreas ameaçadas de degradação;

X – educação ambiental a todos os níveis de ensino, inclusive a educação da comunidade, objetivando capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente.

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