Estratégias para lidar com Transtornos Globais do Desenvolvimento TGD

No desenvolvimento deste artigo, percebe-se práticas educativas de segregação e discriminação em relação às crianças com Transtorno Global de Aprendizagem e de necessidades educativas especiais TGD. Gradativamente, o processo vem sendo modificado no que se refere a aprendizagem no ensino regular. Essa concepção é fundamentada na legislação brasileira defendendo a não exclusão de alunos com necessidades educacionais Especiais no caso TGD.

Diante dessa respectiva, a unidade escolar deve se adequar com recursos pedagógicos e serviços de apoio especializados que facilitem a aprendizagem de todos em classes regulares. Isso remete alguns desafios para os anos iniciais de nove anos do ensino fundamental, e que requer dos educadores e gestores uma posição que necessitam adotar medidas diferenciadas e assim alcançar os objetivos estabelecidos no currículo básico para essa clientela para OLIVEIRA (2002).

Partindo deste fato, por meio deste artigo de experiência buscou-se traçar estratégias de ensino com um aluno de seis anos de idade na rede municipal de ensino no ensino do primeiro ano do ensino fundamental do município de Cidade Ocidental Goiás, apresentando Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) que abrange um comprometimento leve e global do desenvolvimento caracterizado por dificuldades de interação social recíproca, oralidade, estereótipos e atividades que não sejam satisfatórias aos critérios a um TGD específico D’ANTINO (2008).

Utilizou-se como metodologia a abordagem sócio interacionista de Vygotsky, propondo possibilidades de aprendizagem que alcançaram os objetivos propostos e favoreceram resultados significativos no processo de interação e aprendizagem através da Ludicidade, como: exercer atividades de hábitos de vida diária com autonomia, estabelecer contatos sociais, bem como expressar-se através de movimentos gestuais e corporais.
Tendo por objetivos de pesquisa, descrever estratégias e vivencias pedagógicas de ensino para integrar educandos com TGD – Transtornos Globais do Desenvolvimento no ensino regular de 9 (nove anos), bem como, objetivos estratégias específicas: conhecer e desenvolver os hábitos de vida diária dos educandos; interagir com colegas e professores a partir de brincadeiras lúdicas; desenvolver autonomia na rotina escolar; expressar sentimentos e emoções através dos movimentos corporais e cantigas com gestos.

Como educador, teve-se a preocupação em ampliar os conhecimentos acerca das exigências presentes na atualidade, a fim de auxiliar a integração dessas crianças no convívio educacional, partindo do pressuposto que se faz necessário um planejamento e algumas estratégias para que todos os envolvidos nesse processo sintam-se seguros, tranquilos e acima de tudo fortaleçam a autoestima e desenvolva as suas habilidades no dia a dia.

No entanto, por se tratar da integração de alunos com TGD -Transtornos Globais do Desenvolvimento alguns cuidados específicos são necessários para que possam acontecer de fato e a excelência do trabalho seja sustentado de forma contundente. Assim sendo, se faz preciso questionar como utilizar as estratégias de intervenção que possam contribuir de forma significativa para o desenvolvimento dos alunos com TGD – Transtornos Globais do Desenvolvimento no ensino regular de 9 (nove anos).

I – Como lidar com os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)?

Para falar sobre os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) que são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida da criança. Que vem Caracterizar pelos padrões de comportamentos e comunicações estereotipados e repetitivos, assim como pela inibição nos interesses e nas atividades diárias. Os prejuízos quantitativos e qualitativos que definem estas condições representam um hibridez acentuado em relação ao nível de desenvolvimento ou idade mental do indivíduo.

Os TGD englobam as diferentes desordens do aspecto autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.

Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.

Tendo em vista, a característica descrita acima, o processo de aprendizagem e desenvolvimento da criança diagnosticada com TGD, se dá de forma diferente das crianças “normais”, portanto, nos primeiros meses de vida tal criança já apresenta alguns comportamentos que a distingue dos comportamentos padrões desta etapa do desenvolvimento, não responder aos estímulos da mãe é um comportamento típico de crianças com tal transtorno (COLL, PALACIOS, MARCHESI (orgs.), 1995), entretanto, deve-se ter cuidado, pois, estes comportamentos não necessariamente são características da criança com TGD, podendo assim ser apresentado em crianças que tiveram mães alcoólatras, ou que usaram drogas, durante a gestação, por exemplo (BEE, 2010), porém, ao decorrer dos anos essa característica tende a persistir em crianças que apresentam tal transtorno, por volta dos cinco anos a criança tende a não reconhecer as diferentes emoções como raiva e alegria, apresentam um olhar perdido, sem foco em algo ou alguém.

Segundo Santos (2000, p. 59), o “brincar é a forma mais perfeita para perceber a criança e estimular o que ela precisa aprender a se desenvolver”, pois, além dela aprimorar o seu psíquico, físico-cognitivo sente prazer naquilo que lhe é proposto. Ou seja, para criança, a partir desta concepção, a escola torna-se um ambiente emancipatório.

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.

Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros – fenômeno conhecido como ecolalia – ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.

1.1 Alguns cuidados e como lidar com educando com TGD na escola?

Crianças com TGD são facilmente oprimidas pelas mínimas mudanças, altamente sensíveis a pressões do ambiente. São ansiosos e tendem a temer obsessivamente quando não sabem o que esperar. Stress, fadiga e sobrecarga emocional facilmente os afeta das atividades propostas pelo professor.

O Professor deve se atentar para:

*Fornece um ambiente agradável e seguro

*Minimizar as transições da tarefas

• não se apegue às possíveis estereotipias do aluno.

*Oferecer rotinas diárias consistentes para reforçar o aprendizado

*A criança precisa entender cada rotina do dia e saber o que a espera

Incluir sinais manuais à linguagem é um facilitador, segundo Hernandéz Rodrigues.

• Métodos – desenvolve habilidades comunicativas em contextos naturais da criança. Facilitador da aprendizagem.

Não permita a estigmatização desse aluno. Invista nas relações baseadas no respeito e na valorização dos talentos e competências de todos.

Sabe-se que a criança possui necessidades e características peculiares e a escola desempenha um papel importante nesse aspecto, que é oferecer um espaço às brincadeiras associadas a situações de aprendizagem que sejam significativas, contribuindo de forma agradável e saudável (VYGOTSKY, 1984). Segundo afirma Kishimoto (2002, p. 45):

Quando a criança constrói seu conhecimento a partir de suas brincadeiras e leva a realidade para seu mundo de fantasia, ela transforma suas incertezas em algo que proporcionam segurança e prazer, pois vai construindo seu conhecimento sem limitações.

O momento da brincadeira é de grande importância, pois contribui para desenvolvimento do potencial integral da criança. Sendo também, o espaço que proporciona liberdade criadora, oportunidades de socialização, afetividade e um encontro com seu próprio mundo, descobrindo-se de forma prazerosa, isto é, à medida que a criança interage com os objetos e a brincadeira, construirá relações e conhecimentos à respeito do mundo em que vive (KISHIMOTO, 2002).

Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças na aprendizagem e merecem atenção com relação às áreas de interação psicossocial, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.

De acordo com (FREIRE, 1996, p.59). Partindo desse princípio, cria-se situações para que o educando realize algumas atividades sozinho ou com ajuda dos professores e dos colegas, uma vez que isso se fez necessário, diante da dificuldade de movimentação corporal. Essas ocorreram no seguinte sentido: estimulá-lo a segurar a colher para se alimentar e pedir para ir ao banheiro, uma vez que ainda não tinha o controle dos esfíncteres, tirar e colocar a farda, guardar e organizar seus pertences e os objetos da escola, como jogos, brinquedos, livros, etc.; fazer tentativas para andar sem segurar na mão de alguém, opinar acerca da sua compreensão a respeito dos assuntos discutidos, entre outras.

Estabelecer rotinas em grupos e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na sala de aula. Boa parte da aula, as crianças precisam de ajuda para desenvolver sua aprendizagem.

(OLIVEIRA, 2002, p.136,) diz:

A construção de significações, a gênese do pensamento e a constituição de si mesmo como sujeito se fazem graças às interações constituídas com outros parceiros em práticas sociais concretas de um ambiente que reúne circunstâncias, artefatos, práticas sociais e significações. Ao interiorizar formas de interação social já vivenciadas, o indivíduo se apropria de estratégias para memorizar, narrar, solucionar problemas, etc., criadas pelos grupos humanos com os quais ele partilha experiências. Com isso, formas concretas de organização das atividades humanas em um meio sociocultural específico geram normas, regras e valores sempre potencialmente conflituosos e confrontantes, podendo ser confirmados, desaparecer ou diversificar-se.

Promova o relacionamento pleno entre os alunos com TGD e seus colegas sem deficiência. Essa será a melhor maneira de propiciar a todos uma convivência produtiva e natural. O professor é peça fundamental nesse processo; • seja bastante flexível com relação às suas estratégias didáticas. O aluno com TGD pode te ensinar novas formas de lidar com assuntos e conteúdos cristalizados;

• invista em aprimorar sua comunicação com o aluno com TGD. Eles possuem dificuldades na comunicação e precisam que você encontre formas de estabelecer uma comunicação plena com ele;

Quando ingressas na escola, não interagem com os outros indivíduos, preferindo o isolamento, são alheias a estímulos externos, indiferente as pessoas, apresentam rituais sem sentido, em muitos casos Esses são comportamentos típicos do autismo, porém, muito destes comportamentos são característicos da Síndrome de Asperger, considerada um tipo de autismo de grau leve.

Apesar do foco no dado trabalho ser a criança, é importante saber que na fase da adolescência, uma fase considerada complexa, para todos os indivíduos, o adolescente com TGD, podem apresentar avanços em alguns comportamentos ou regredirem ainda mais nos comportamentos citado acima, tais situações dependem do como este indivíduo será tratado – acompanhamento psicológico, escolas competentes que possuem um planejamento em torno de tal necessidade especial.

A partir da explicitação supracitada, destaca-se a importância das brincadeiras lúdicas na escola e o que ela pode proporcionar aos sujeitos envolvidos. Para Wajskop (2005):

A criança desenvolve-se pela experiência social, nas interações que estabelece, desde cedo, com a experiência sócio histórica dos adultos e do mundo por eles criado. Dessa forma, a brincadeira é uma atividade humana na qual as crianças são introduzidas constituindo-se em um modo de assimilar e recriar a experiência sociocultural dos adultos. (WAJSKOP, 2005, p.25).

Apresentar as atividades do currículo visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos. Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. As criança e adolescentes com TGD costumam procurar pessoas que sirvam como ‘porto seguro’ e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento.

1.2 Para compreender melhor as Síndromes

AUTISMO

• Definição: transtorno com influência genética causado por defeitos em partes do cérebro, como o corpo caloso (que faz a comunicação entre os dois hemisférios), a amídala (que tem funções ligadas ao comportamento social e emocional) e o cerebelo (parte mais anterior dos hemisférios cerebrais, os lobos frontais).

• Características: dificuldades de interação social, de comportamento (movimentos estereotipados, como rodar uma caneta ou enfileirar carrinhos) e de comunicação (atraso na fala). “Pelo menos 50% dos autistas apresentam graus variáveis de deficiência intelectual”, afirma o neurologista José Salomão Schwartzman, docente da pós-graduação em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Alguns, porém, têm habilidades especiais e se tornam gênios da informática, por exemplo.

• Recomendações: para minimizar a dificuldade de relacionamento, crie situações que possibilitem a interação. Tenha paciência, pois a agressividade pode se manifestar. Avise quando a rotina mudar, pois alterações no dia a dia não são bem-vindas. Dê instruções claras e evite enunciados longos.

Então, como fica evidente é difícil de modo geral, dividir etapas para a criança e adolescentes com TGD, pois, cada caso é um caso, isto é, ela precisa ser acompanhada por profissionais, para prepará-la para aprendizagem, o ambiente, onde ela se encontra atrapalha ou ajuda, no processo de ensino aprendizagem.

SÍNDROME DE ASPERGER

• Definição: condição genética que tem muitas semelhanças com o autismo.

• Características: focos restritos de interesse são comuns. Quando gosta de Matemática, por exemplo, o aluno só fala disso. “Use o assunto que o encanta para introduzir um novo”, diz Salomão Schwartzman.

• Recomendações: as mesmas do autismo.

SÍNDROME DE WILLIAMS

• Definição: desordem no cromossomo 7.

• Características: dificuldades motoras (demora para andar e falta de habilidade para cortar papel e andar de bicicleta, entre outros) e de orientação espacial. Quando desenha uma casa, por exemplo, a criança costuma fazer partes dela separadas: a janela, a porta e o telhado ficam um ao lado do outro. No entanto, há um interesse grande por música e muita facilidade de comunicação. “As que apresentam essa síndrome têm uma amabilidade desinteressada”, diz Mônica Leone Garcia.

• Recomendações: na sala de aula, desenvolva atividades com música para chamar a atenção delas.

SÍNDROME DE RETT

• Definição: doença genética que, na maioria dos casos, atinge meninas.

• Características: regressão no desenvolvimento (perda de habilidades anteriormente adquiridas), movimentos estereotipados e perda do uso das mãos, que surgem entre os 6 e os 18 meses. Há a interrupção no contato social. A comunicação se faz pelo olhar.

• Recomendações: “Crie estratégias para que esse aluno possa aprender, tentando estabelecer sistemas de comunicação”, Muitas vezes, crianças e adolescentes com essa síndrome necessitam de materiais pedagógicos e equipamentos especiais para um bom desenvolvimento em sua rotina de aprendizagem.

1.2 Tipos de Intervenções para crianças com TGD

Sua eficácia está ligada ao comprometimento cognitivo e aos comportamentos apresentados pela criança, e para que ocorra de forma efetiva e responsável são necessárias: preparação e orientação de professores, realização de adaptações curriculares e atenção mais próxima de uma professora auxiliar.

ABA – Análise Aplicada ao comportamento;

  1. avaliação inicial,
  2. definição de objetivos a serem alcançados,
  3. elaboração de programas/procedimentos,
  4. ensino intensivo,
  5. avaliação do progresso.

O tratamento comportamental caracteriza-se, pela experimentação, registro e constante mudança. A lista de objetivos a serem alcançados é definida pelo profissional de Educação, juntamente com a família com base nas habilidades iniciais do indivíduo. Assim, o envolvimento dos pais e de todas as pessoas que participam da vida da criança é fundamental durante todo o processo de ensino aprendizagem.

1.3 MARCOS LEGAIS QUE AMPARA A INTEGRAÇÃO

1988 – Constituição Federal (art. 208, III) – direito das pessoas com necessidades especiais de receberem educação, preferencialmente na rede regular de ensino.

1990 – ECA- (Lei 8069, art. 53) direito à igualdade de condições para o acesso e permanência na escola e atendimento especializado, preferencialmente na rede regular de ensino.

1996 – LDB (Lei 9394/96) assegura aos alunos com necessidades educacionais especiais, currículos, métodos, recursos educativos e organização específicos para atender às suas necessidades específicas.

2001 – Plano Nacional de Educação – é responsabilidade da União, dos Estados e Distrito Federal e Municípios implementem sistemas educacionais que assegurem o acesso e aprendizagem significativa a todos os alunos.

2001 – Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica – Endossa a necessidade de que todos os alunos possam aprender juntos, em uma escola de qualidade.

Em consonância com essa ideia (CAVALCANTE, 2007) explicita o que seria inclusão:

É a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo […].

Nesse sentido, algumas leis presentes na legislação brasileira respaldam a inclusão de crianças com necessidades educativas especiais, como é o caso da LDB – Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96 e do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente.

Com os resultados encontrados, evidenciou-se que existem possibilidades de incluir um aluno com TGD no ensino regular, utilizando estratégias sócio interacionistas que permitam experiências de construção e reconstrução de significados para alcance do aprendizado. 0 trabalho desenvolvido foi considerado satisfatório, uma vez que alcançamos os objetivos estabelecidos, bem como outros que contribuíram para o desenvolvimento integral do educando, como por exemplo, a ampliação do repertório linguístico expresso nas diferentes situações comunicativas.

Ao observar essas situações, os alunos da escola foram envolvidos pela afetividade demonstrada pelo grupo na rotina escolar e rapidamente, o aluno com TGD foi conquistando e ampliando novas amizades, sentindo-se mais seguro e feliz no ambiente escolar. Através das interações estabelecidas, percebeu-se que o aluno desenvolveu habilidades sócio comunicativas e motoras para interagir com o grupo e gradativamente foi ganhando autonomia ao ser estimulado a segurar a colher para se alimentar, pedir para ir ao banheiro, uma vez que ainda não tinha o controle dos esfíncteres, tirar e colocar a farda, opinar acerca da sua compreensão a respeito dos assuntos discutidos, etc. No final do ano letivo, o aluno adquiriu segurança e competência para realizar as atividades sozinho, mas, em alguns momentos ainda necessitou precisou do auxílio das professoras para realizar alguns movimentos, por causa do seu comprometimento motor, bem como conseguiu ter o controle esfincteriano.

Gostou do conteúdo e ficou interessado em saber mais? Siga acompanhando nosso portal e fique por dentro de todas nossas publicações. Aproveite também para conhecer nossos cursos e ampliar seus conhecimentos.

Receba novidades dos seus temas favoritos

Se aprofunde no assunto!
Conheça os cursos na área da Educação.

Mais artigos sobre o tema

Educação

O saque no volei

O Voleibol, também conhecido como Vôlei, é um dos esportes coletivos mais difundidos e praticados no Brasil. Faz parte da grade curricular da Educação Física

ler artigo »