O Aluno no Desenvolvimento da Aprendizagem

o aluno no Desenvolvimento da Aprendizagem

O entendimento que hoje se tem do trabalho escolar é de que a ênfase deve estar no ensino e na aprendizagem, uma visão que subordina o administrativo ao pedagógico. Afinal, a principal razão de ser da escola é a aprendizagem de todos os alunos.

A concepção de aprendizagem tem sofrido muitas e radicais modificações, durante o curto período de existência da Ciência.

A aprendizagem como aquisição de resposta, é o que expressa a concepção da ampla maioria dos autores da corrente comportamentalista.

Está presente desde o condicionamento operante de Burhus F. Skinner, que recebe influência das anteriores, e advoga por um caráter determinista do comportamento condicionado pelas consequências derivadas do mesmo. Trata-se de uma ideia de aprendizagem associacionista, mecânica e determinada.

Nesta perspectiva, o aluno é um sujeito passivo e o professor é um conhecedor de estímulos aliciadores reforçadores, discriminativos, primários, secundários , generalizados, contínuos e intermitentes e reforços positivos , negativos e aversivos, que devem ser utilizados para a consecução de uma resposta do tipo instrumental observável publicamente, através de recompensa , castigo, esquiva etc.

O papel fundamental do professor

O modo de agir do professor é fundamentado num determinado conceito imposto pela sociedade. Houve tempos em que o professor tinha um papel definido, um padrão de ação.

Hoje é exigido do professor uma compreensão mais aprofundada do aluno e seu desenvolvimento na escola. As relações complexas que existem na sociedade, a exigência de que a escola com novos cursos se insira na vida, nos problemas e na realidade do aluno, contribuem para que a ação do professor em sala de aula se torne cada vez mais abrangente.

Centra-se como estudo dos processos mentais, isto é, nos mecanismos internos que estão subjacentes ao comportamento humano, dando pouca importância aos elementos externos ao organismo.

O surgimento da metáfora da mente

Nesse período, surge a clássica metáfora da mente – computador, bem como o interesse por estudar a chamada caixa negra que durante tanto tempo os comportamentalistas haviam deixado em segundo plano, frente a relevância dada a elementos internos e externos ao organismo.

Podemos concluir que existem vários tipos de professores que fazem usos de métodos de ensino diferentes, mas todos têm algo em comum, marcam a vida de seus alunos seja de forma positiva ou negativa. E todos também visam aos seus alunos um ensino de qualidade (aprendizagem significativa) e um bom relacionamento entre os educandos.

Este estudo é de grande importância e proporciona oportunidades para serem exploradas a interconexão dentro do ensino básico, do ensino médio ou ensino superior), pois nunca é demais ressaltar a importância fundamental de estabelecer uma verdadeira relação entre o professor e o aluno, para que o processo de ensino aprendizagem se efetue satisfatoriamente.

A importância da saúde mental

Levando em consideração que o ser humano depende muito de seu estado emocional para aprender, perguntam-se como os professores estão trabalhando esse lado, e se têm trabalhado o próprio emocional para que consigam transmitir não apenas o conhecimento, mas contribuir para o desenvolvimento do aprendizado.

Desde essa perspectiva, a aprendizagem e o comportamento surgem de uma interação como ambiente, não como resultado ou resposta simples estímulos, senão como conexões entre estruturas mentais chamadas esquemas.

A realidade cognitiva do organismo é posta em evidência, isto é , o sujeito adquire conhecimentos, armazena e processa informações na concepção de aprender e aprender.

A evolução do ambiente da aprendizagem 

A evolução das concepções de aprendizagem possibilitou a formulação de uma definição bastante conhecida pelos psicólogos da aprendizagem, que é apresentada para tratar de uma definição eminentemente cognitivista.

Muitas vezes, nos deparamos com um ambiente escolar hostil e de pouco envolvimento por parte dos professores. Nessas situações, as primeiras iniciativas consistirão no exercício de vencer resistências, e, sem dúvida, o diálogo como todos é o caminho a ser percorrido.

Sua função sem dúvida exige atributos de lideranças, especialmente para o uso de capital intelectual, que compreende dois tipos de conhecimento: “ o explícito ou codificado, que é aquele que as pessoas criam e transmitem mediante a linguagem formal, sistemática; e o conhecimento tácito, que abrange o que as pessoas sabem mas não conseguem expressar prontamente.

Se a percepção desses dois tipos de conhecimento por parte do coordenador pedagógico vai estabelecer o grande diferencial para o seu trabalho , pois lhe permitirá agir estrategicamente, utilizando o conhecimento de cada indivíduo num processo somativo que se bem aplicado, trará melhores resultados.

Grande parte das atividades desenvolvidas junto aos professores, mas o beneficiário final de seu trabalho é o aluno e o sucesso da aprendizagem. Esse compromisso pode se efetivar através de um conjunto básico de ações que, segundo mostram dados apresentados a educação que esse impacto cai sobre o discente.

A leitura é um hábito

A formação do hábito da leitura depende muito da postura do professor, do reconhecimento do valor intrínseco dessa atitude, da Assumpção da racionalidade humana e do significado da palavra escrita como instrumento que amplia os horizontes individuais e representa o registro da história humana , do que de condições objetivas e materiais.

Identificar como e em que condições se incluem atividades que exploram a leitura também dos estudantes, e procurar aproveitar ao máximo as potencialidades existentes na escola, a exemplo de biblioteca, centro de multimeios, e outras possibilidades fora do ambiente escolar.

Orientações diversas podem ser encaminhadas no sentido de enfrentar tal problemática, cabendo aqui fazer dois destaques: estimular e apoiar ações visando contribuir para que cada professor construa sua biblioteca individual, o que pode ocorrer através tanto de programas federais quanto da exigência de que as iniciativas de formação empreendidas completam a construção de um programa de formação continuada com foco na leitura, visando oferecer instrumentos teóricos metodológicos para o desenvolvimento de práticas de leitura e interpretação de textos no contexto escolar.

Qualquer coisa que se faça na vida, é necessária primeiro a vontade de realizá-la, senão nada acontece. Isso também ocorre na educação. Educação requer Ação e como resultado dessa ação, há o APRENDIZADO. Mas para que se realize a ação e esta resulte no aprendizado é necessário, inicialmente, que haja a VONTADE, nesse caso, a vontade de aprender.

O professor deve descobrir estratégias, recurso para fazer com que o aluno queira aprender, em outras palavras, deve fornecer estímulos para que o aluno se sinta motivado a aprender.

Como por exemplo:

• favorecer um ambiente favorável;

• programar subsídios que incentive a leitura do aluno e o gosto por permanecer mais vezes dentro do mundo letrado;

• mostrar-se disponível;

• ter paciência;

• procurar elevar a autoestima do aluno, etc.

O professor deve lançar mão de recursos ainda mais inovadores que levem os alunos à motivação para que a aprendizagem ocorra, realmente, de maneira eficaz. Será possível ainda formar cidadãos éticos e interessados no saber?

Analisando propostas educativas em que diz sobre a forma de aprendizagem.

1ª) Será que os métodos centralizados onde o aluno se limita somente a um

assunto de determinada disciplina é o mais eficaz para sua aprendizagem?

2ª) De que forma a estrutura que armazena a capacidade cognitiva do aluno vem mostrar a sua segurança diante de tantos temas abordado em sala de aula, e que muitas vezes por questão do tempo da hora aula o aluno não recebe a devida explicação naquele momento? Será que ele se torna satisfatório?

3ª) Na posição obviamente, onde o dever de casa na cultura escolas e , sobretudo, na prática docente ele implica na compreensão da aprendizagem ou não?

4ª) Quando o aluno exerce sua autonomia em determinado assunto é possível o professor identificar o que foi ou não compreendido do conteúdo anteriormente estudado? 

Somente o professor pode e deve ensinar o aluno a ser ético e crítico, mostrando a ele que a crítica é boa, desde que feita de maneira adequada e que a ética é fundamental em qualquer relacionamento humano, em qualquer ambiente: Familiar, Social, Escolar, entre outros.

E dessa forma que se processa o direito do exercício da cidadania. Somente investindo na capacidade do aluno é que chegamos a encontrar uma diferenciação onde o seu lugar no mundo possa ser destaque, não para chamar a atenção do outro, mas para desenvolver dentro dele mesmo a satisfação do ato de aprender e desenvolver a suas aptidões encontradas nos seus próprios esforços diários.

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