Origem e Evolução da Auditoria contábil

Origem e Evolução da Auditoria contábil

A auditoria surgiu da necessidade de controlar os registros contábeis, as movimentações financeiras e muitos outros fatores ocorridos na origem e evolução da auditoria. As empresas em decorrência da revolução industrial ou mesmo com a taxação do imposto de renda baseado nos resultados apurados em balanço, acelerou mais a sua evolução.

Esta evolução deu-se paralelamente com o desenvolvimento econômico, que impulsionou as grandes empresas, formadas por capitais de muitas pessoas, onde necessitou de um controle adequado para a proteção de seus patrimônios.

O surgimento da auditoria

Segundo dados históricos a auditoria surgiu primeiramente na Inglaterra por volta do século XIV, ano de 1.314 onde o governo utilizava o exame periódico e sistemático das contas públicas.

Já no Brasil o surgimento se deu mais significativamente no final da Segunda Guerra Mundial, quando começou com a entrada de multinacionais no Brasil, filiais das que existiam na América do Norte e Europa.

Com isso contribuiu a vinda das filiais de escritórios de auditoria que no exterior já prestavam serviços a estas empresas dando assim um avanço da auditoria no Brasil.

A história da auditoria externa ou independente

A auditoria externa ou independente surgiu com a evolução do sistema capitalista. No período inicial a qual foram surgidas as empresas pertenciam a grupos familiares. 

Com a evolução do mercado e a concorrência as empresas necessitaram desenvolver tecnologias aprimoradas e controles nos procedimentos internos em geral, principalmente buscando a redução dos custos e tornar mais competitivo os produtos a serem colocados no mercado.

Em se tratando em evolução mercadológica surgiram investidores em diversas áreas patrimoniais, gerando lucros valiosos e esses devendo haver um controle maior em informações, pois, vários são os interessados nos recursos ocorridos nas empresas. 

Essas necessidades de informação que o investidor precisa avaliar principalmente a liquidez, rentabilidade e demais recursos futuros a serem incorridos. A melhor forma de o investidor obter essas informações será por meios das demonstrações de resultados financeiros contábeis juntamente com as notas explicativas.

Em decorrência destes fatos as demonstrações financeiras contábeis passaram a ter importâncias valiosas para os aplicadores de recursos em aplicações futuras. 

Para preservar a segurança e evitar a manipulação de informações, os investidores exigiram que essas demonstrações fossem conferidas por profissionais independentes da empresa que lançaram ações no mercado e estes com capacidade técnicas profissionais na área, com formação adequada para examinar as demonstrações contábeis financeiras da empresa é capaz de emitir opiniões claras fundamentadas em princípios geralmente aceitos pela contabilidade identificando a esse profissional o nome de auditor externo ou auditor independente.

O conhecimento técnico que faz a diferença

O desenvolvimento técnico do profissional de auditoria é realizar ações que procedem a erros ocorridos nos fatos lançados na empresa, identificando resultados que sejam significativos que possam prejudicar o futuro da empresa.

O profissional da área de auditoria deve se preocupar com os mínimos valores ocorridos na contabilidade e apuração dos demonstrativos contábeis financeiros, mas estar alerta no que afetará em informações significativa, como por exemplo, uma empresa que gera lucro no exercício em $ 10.000.000,00, caso ocorra um erro de $ 1.000,00, significando 0,01%; 

Ou seja, um percentual irrisório nas informações dos resultados finais, sendo assim o auditor deve se ater as consequências do erro, o que pode estar ocorrendo por trás desse problema ai se dedicar, mas caso seja um erro de digitação ou mesmo de lançamento, informe simplesmente que no decorrer dos exercícios seguinte seja corrigido caso necessário, ou o contador achar viável.

A internacionalização da contabilidade

Com a globalização mundial e as instalações de diversas empresas internacionais serem instaladas no Brasil, e principalmente nos Estados Unidos da América e os países do Bloco Europeu exigirem a auditoria no exterior de suas empresas sedes instaladas no Brasil. 

A legislação brasileira teve que se adequar às novas normas e procedimentos, foi alterado a Lei das sociedades por Ações que ocorria de 1976 a Lei 6.404/76, substituída pela Lei 11.638/2007, evoluindo e se adequando às normas internacionais.

Essa evolução trouxe várias experiências e necessidades para as empresa, com isso, verificando a importância de uma análise detalhada com os acontecimentos na empresa, informações minuciosas e confiáveis, os administradores passaram a ver a auditoria como uma necessidade e não obrigatoriedade.

Assim, não só manteve os auditores externos e/ou independente para examinar os fatos ocorridos na empresa e gerar informações imparciais aos acionistas externos, como também criaram um departamento interno de auditoria para atender à administração da empresa, pois o auditor externo trabalha em um período reduzido, analisando os fatos que interessam principalmente os acionistas e órgãos internos da empresa que precisam saber da real situação e com isso deixando de avaliar profundamente outras áreas não relacionadas com a contabilidade, como: o sistema de controle de qualidade, administração de pessoal e etc.

Dessa forma surgiu o auditor interno, um funcionário da empresa, não deve estar subordinado a qualquer outro setor que examine as suas ações. Além disso, o auditor interno não deve exercer atividades que ele possa vir um dia a ser examinado.

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