Anestésicos Gerais: Conheça os tipos

Temos que anestésicos gerais são depressores do sistema nervoso central que determinar a abolição das sensações, acompanhado da perda de consciência. O estado anestésico inclui inconsciência, amnésia, analgesia, relaxamento muscular e bloqueio de respostas neuro-humorais ao estresse anestésico-cirúrgico. Não existe qualquer anestésico geral que, isolada e simultaneamente, atinja todos os propósitos da anestesia.

Antes da descoberta dos anestésicos, que hoje conhecemos, a dor reduziam muito a possibilidade da intervenção cirúrgica.
Com a utilização do éter etílico, houve uma redução significativa, de morte pós-cirúrgica.
Os anestésicos gerais promovem a depressão generalizada e reversível do Sistema Nervoso Central (SNC) que promove o bloqueio das modalidades sensitivas de um modo geral, com a perda da consciência.
Os anestésicos gerais se dividem em dois grupos:

  • Anestésicos inalatórios

São administrados por via respiratória nas fases de indução e manutenção da anestesia. Compreendem agentes voláteis e gases. Os primeiros são líquidos transformados em gases por aparelhagem apropriada (vaporizadores) e incluem halotano, enflurano, isoflurano, sevoflurano e desflurano. São agentes hipnóticos, analgésicos insuficientes e depressores respiratórios e cardiovasculares. Anestésicos gasosos estão sob essa forma no meio exterior. Compreendem óxido nitroso e xenônio. O primeiro está disponível no Brasil. É hipnótico insuficiente e apresenta efeito analgésico significante.

  • Intravenosos

Compreendem agentes de diferentes grupos farmacológicos, com estruturas químicas e mecanismos de ação diversificada. Compreendem barbitúricos, benzodiazepínicos, propofol, etomidato, cetamina e analgésicos opioides.

Necessidades decorrentes de cada procedimento anestésico-cirúrgico habitualmente levam à administração concomitante de anestésicos inalatórios e intravenosos em indução e manutenção da anestesia, permitindo manuseio mais preciso e seguro das condições do paciente e favorecendo uso de menores doses, com redução de toxicidade.
A seleção do anestésico tem por finalidade promover um regime anestésico seguro, tomando por base o tipo de cirurgia, o estado do paciente e a farmacologia.
Agentes Inalatórios
– Isoflurano (Quase em desuso)
– Enflurano
– Sevoflurano (Atualmente o mais usado)
– Desflurano
Gases anestésico
– Óxido nitroso (ainda usado)
– Xenônio (Em estudo, uma esperança, mas nada comprovado).
Fármacos anestésicos intravenosos
1 – Sedativos hipnóticos:

  • Propofol. – Anestésico de eleição, mas requer suplementação com narcóticos para analgesia.
  • Midazolam – Benzodiazepínico. Muito utilizado. Também em anestesia Pediátrica.
  • Tiopental – É um barbitúrico de ação rápida.
  • Etomidadto – Um derivado imidazólico, sua particularidade é estabilidade cardiovascular.
  • Cetamina – Produz alucinações no período pós-anestésico.

As fases da anestesia são:

1 – Indução: Inconsciência, com o uso de anestésicos, com ajuda dos adjuvantes ou de anestésicos intravenoso, como por exemplo, o Tiopental.

2 – Manutenção: Quantidade de droga inalada ou infundida, baseada nos parâmetros clínicos, fornecido pela monitorização.

3 – Recuperação: Retorno da consciência com a retirada do anestésico.

Todo o processo de analgesia e suas fases geram alguma resposta do individuo que está sendo submetido a este procedimento, e algumas vezes estas respostas são os efeitos colaterais ou reações adversas. Quais as principais, que serão o objeto de nosso Estudo é o descrito a seguir:

Ao corpo como um todo: Febre, cefaleia, calafrios.

Relativo ao Sistema digestivo: Náuseas, vômitos.

Relativa os Sistema nervoso: Agitação, tontura e sonolência.

O anestésico ideal seria o que apresentasse todas as características, como iremos descrever abaixo, nenhum agente sozinho é um anestésico ideal.

– Características de um anestésico ideal;

– Indução rápida e confortável;

– Relaxamento muscular adequado, para tipo de processo cirúrgico;

– Ampla margem de segurança;

– Sustentar a homeostasia durante a cirurgia;

– Rápidas alterações na profundidade anestésica;

– Ausência de toxicidade;

– Ausência de efeitos adversos;

– Eliminação rápida para proporcionar um fácil retorno à consciência.

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