O que são Periféricos de um Microcomputador?

São placas ou aparelhos que recebem ou enviam informações para o computador. Alguns exemplos de periféricos são: Impressoras, Digitalizadores, leitores de CD – DVD, mouses, teclados, câmeras, etc.

Existem alguns tipos de periféricos:

De entrada: São aqueles que enviam informações para o computador. Ex: teclado, mouse.

De saída: São aqueles que recebem informações do computador. Ex: monitor, impressora, caixas de som.

De entrada e saída: 
São aqueles que enviam e recebem informações para/do computador. Ex: monitor touchscreen, drive de CD – DVD.

De armazenamento: São aqueles que armazenam informações. Ex: pen drive, cartão de memória.

Externos: São equipamentos adicionados ao computador que enviam e recebem dados, acessórios que se conectem ao computador.


Monitor



É um dispositivo de saída do computador que serve de interface visual para o usuário, na medida em que permite a visualização dos dados e sua interação com eles. São classificados de acordo com a tecnologia de amostragem de vídeo utilizada na formação da imagem. São eles o CRT e o LCD. A superfície do monitor sobre a qual se projeta a imagem chamamos tela, ecrã ou écran.

Os monitores surgiram diante da necessidade de ser um periférico de saída, pois sem ele não conseguiríamos ver o que estaríamos fazendo.

CRT: (Cathodic Ray Tube), em inglês, sigla de (Tubo de raios catódicos) é o monitor “tradicional”, em que a tela é repetidamente atingida por um feixe de elétrons, que atuam no material fosforescente que a reveste, assim formando as imagens.

LCD:
 (Liquid Cristal Display, em inglês, sigla de tela de cristal líquido) é um tipo mais moderno de monitor. Nele, a tela é composta por cristais que são polarizados para gerar as cores.

Apesar das desvantagens, a venda de monitores e televisores LCD vem crescendo bastante.


Mouse



O mouse (do inglês ”rato”) é um periférico de entrada que historicamente se juntou ao teclado para auxiliar no processo de entrada de dados, especialmente em programas com interface gráfica. Tem como função movimentar o cursor (apontador) pela tela ou ecrã do computador.

O formato mais comum do cursor é uma seta, contudo, existem opções no sistema operacional e softwares que permitem personalizarmos o cursor do mouse.

Disponibiliza normalmente quatro tipos de operações: movimento, clique, duplo clique e “arrastar e largar”.

Existem modelos com um, dois, três ou mais botões cuja funcionalidade depende do ambiente de trabalho e do programa que está a ser utilizado. Em todos estes modelos o botão esquerdo é o mais utilizado.

O mouse é normalmente ligado ao computador através de portas: serial, PS2 ou, mais recentemente, USB (Universal Serial Bus). Também existem conexões sem fio, as mais antigas em infravermelho, as atuais em Bluetooth.

Outros dispositivos de entrada competem com o mouse: touchpads (usados basicamente em notebooks) e trackballs. Também é possível ver o joystick como um concorrente, mas não são comuns em computadores.

Os modelos mais modernos de mouse são totalmente ópticos, não tendo peças móveis. De modo muito simplificado, eles tiram fotografias que são comparadas e que permitem deduzir o movimento que foi feito.

O mouse, por padrão, possui pelo menos dois botões. O esquerdo usado para selecionar e clicar (acionar) ícones e o direito realiza funções secundárias, como por exemplo, exibir as propriedades do objeto apontado. Há ainda na maioria dos mouses um botão Scroll em sua parte central, que tem como função principal movimentar a barra de rolagem das janelas.

Embora tenha sido inventado por Bill Enghlish, a sua patente pertence a Douglas Engelbart, com a patente nr. 3.541.541 nos EUA datado de 1970. A partir da primeira metade da década de 1980, mais precisamente em 1983, a Apple passou a utilizar o mouse como dispositivo apontador em seus micros Apple Lisa. De lá para cá o periférico tornou-se parte integrante dos atuais PCs.


Teclado



O teclado de computador é um tipo de periférico utilizado pelo usuário para a entrada manual no sistema de dados e comandos. Possui teclas representando letras, números, símbolos e outras funções, baseado no modelo de teclado das antigas máquinas de escrever. São projetados para a escrita de textos e também para o controle das funções de um computador e seu sistema operacional.

Suas teclas são ligadas a um chip dentro do teclado, onde identifica a tecla pressionada e manda para o PC as informações. O meio de transporte dessas informações entre o teclado e o computador pode ser sem fio (ou Wireless) ou a cabo (PS/2 e USB).

Cada tecla tem um ou mais caracteres impressos ou gravados em baixo relevo em sua face superior, sendo que, aproximadamente, cinquenta por cento das teclas produzem letras, números ou sinais. Em alguns casos, o ato de produzir determinados símbolos requer que duas ou mais teclas sejam pressionadas simultaneamente ou em sequência.

Outras teclas não produzem símbolo algum, todavia, afetam o modo como o microcomputador opera ou agem sobre o próprio teclado.

Os arranjos mais comuns em países Ocidentais estão baseados no plano QWERTY (incluindo variantes próximo-relacionadas, como o plano de AZERTY francês).

Os teclados mais modernos (incluindo PC e Apple Mac) são baseados em versões padrão, como teclas de função, um teclado complementar numérico, e assim por diante.

Há alguns modos diferentes de conectar um teclado a um computador. Estas conexões incluem PS/2, conexões USB e até conexões sem fio, por exemplo, o Bluetooth e infravermelhos. Computadores mais antigos (padrão AT) utilizam conectores DIN.

Um teclado padrão é fisicamente grande. Como cada tecla tem que permanecer grande o bastante para ser apertada facilmente através de dedos. Foram propostos outros tipos de teclados para equipamentos portáteis pequenos onde um teclado padrão é muito grande. Um modo para reduzir o número de teclas é usar o método “chord” (ou corda, em inglês), que é apertando várias teclas simultaneamente.

Em computadores modernos a interpretação na hora de teclar é deixada geralmente ao software. Teclados modernos distinguem cada tecla física e informam todos os comandos e liberações ao software controlador. Esta flexibilidade não é levada frequentemente como vantagem, por exemplo, se a tecla shift esquerda é usada, a da direito é sujeitada junto com outro caracter.

Um teclado também é usado para comandos em um computador. Nas versões atuais do Windows, isto expõe um cardápio, inclusive com opções para controlar as aplicações atualmente correntes e desligar o computador, entre outras coisas. Ele (o teclado) também é um dos métodos primários de controle em jogos de computador.


Estabilizador



Os estabilizadores são equipamentos eletrônicos responsáveis por corrigir a tensão da rede elétrica para fornecer aos equipamentos uma alimentação estável e segura. Eles protegem os equipamentos contra sobretensão, subtensão e transientes. A grande maioria dos estabilizadores também possui um filtro de linha interno.

O Brasil é o maior fabricante de estabilizadores do mundo com base instalada de cerca de 47 fabricantes espalhados do norte ao sul do país.

Foi originalmente destinado para regular a tensão de aparelhos movidos à válvulas como as antigas geladeiras e televisores, criados muito antes dos computadores. O estabilizador é composto normalmente por um fusível de proteção, uma chave seletora da tensão da rede, tomadas de saída para ligar os aparelhos, chave liga/desliga e uma proteção para linha telefônica em alguns modelos.

Apesar de ter sido designado para proteger os seus equipamentos contra interferência e variações nos níveis de tensão da rede elétrica, muitos dos modelos mais simples disponíveis no mercado acabam trazendo mais prejuízos do que benefícios aos usuários, principalmente de computadores.

O funcionamento do computador não está ligado ao uso do estabilizador, mas aos seus diversos componentes, sua arquitetura e a energia que é convertida de alternada para contínua através da fonte de alimentação. Para uma maior segurança no equipamento, recomenda-se o uso de Estabilizadores, no-breaks ou filtros de linha de qualidade, que não interferem no bom funcionamento da fonte.

Regulamentação



• No Brasil a norma de referência é a NBR14373:2006 para estabilizadores até 3kva.

• A regulamentação Internacional é a IEC -International Electrotechnical Commission (IEC 686-1/1980).

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