Refrigeradores ou geladeiras

Os refrigeradores ou geladeiras usadas na sala de vacina devem seguir algumas normas do Programa Nacional de Imunização, como:

– Um refrigerador doméstico com capacidade mínima de 280 litros;

– Não são recomendadas as geladeiras do tipo “Duplex”, isto é, as que possuem dois compartimentos separados.

– O refrigerador deve estar posicionado em lugar bem nivelado, não exposto aos raios solares e longe de qualquer fonte de calor (estufa ou autoclave).

– Este deve estar a cerca de 20 cm de distância da parede.

– A tomada deve ser exclusiva para o refrigerador, não podendo ser usados “T” ou benjamin.
– O refrigerador deve ser usado única e exclusivamente para as vacinas.

– Manter sempre a porta do refrigerador fechada.

– Retirar todas as gavetas plásticas e suportes que existam na parte interna da porta, e no lugar da gaveta grande.

– Colocar na parte inferior com 12 garrafas de água com corante, que contribuem para a elevação da temperatura interna da geladeira. Assim, será mantida a temperatura da geladeira entre +2°C e +8°C quando ocorrer falta de energia ou defeito no equipamento. Essas garrafas devem ser tampadas para que a água não evapore, pois a evaporação acelera a formação de gelo no evaporador.

– As vacinas não devem ser colocadas na porta.

– As vacinas, dentro do refrigerador não podem ser armazenadas em caixas térmicas ou em sacos plásticos.

– As vacinas, na embalagem original, devem ser arrumadas mantendo uma distância entre elas, de aproximadamente dois centímetros, e também com uma distância da -parede do refrigerador, assim contribui para a circulação do ar frio.

– Os frascos e ampolas de vacinas, de preferência, devem ser colocados em bandejas perfuradas, sobre as prateleiras.

– As vacinas devem ser distribuídas de acordo com a data de validade, sempre as com vencimentos mais próximos devem ser colocadas na frente.

– No congelador deve-se colocar gelo reciclável (gelox ou bobina de gelo) na posição vertical para manter a temperatura, oferecendo proteção aos imunobiológicos na falta de energia elétrica.
– O termômetro de máxima e de mínima deve ser colocado em pé na prateleira central e a temperatura deve ser verificada duas vezes ao dia (início e fim do expediente) e registrada no mapa de controle de temperatura (lembrar que a temperatura ideal para conservação de vacina é de +2 a +8°C).

– O termômetro de máxima e de mínima deve ser colocado em pé na prateleira central e a temperatura deve ser verificada duas vezes ao dia (início e fim do expediente) e registrada no mapa de controle de temperatura (lembrar que a temperatura ideal para conservação de vacina é de +2 a +8°C).

– A disposição dos imunobiológicos deve seguir a seguinte regra:

– Na primeira prateleira devem ser colocadas as vacinas que podem ser submetidas à temperatura negativa, como: Contra poliomielite do tipo Sabin, sarampo, caxumba, rubéola, vacina tríplice e dupla viral, varicela e febre amarela.

– Na segunda prateleira devem ser colocadas as vacinas que não podem ser submetidas à temperatura negativa, como: Hepatites A e B, vacina tríplice bacteriana (DTP), dupla adulto (dT) e infantil (DT), gripe, vacina contra raiva, tétano (TT), febre tifoide, vacina contra poliomielite do tipo Salk, BCG, vacina contra Haemophilus influenzae, meningococos e pneumococos.
– Na terceira prateleira devem ser colocados os diluentes, soros ou caixas com as vacinas conservadas entre +2 e +8ºC, tendo o cuidado de permitir a circulação do ar entre as mesmas.

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